"Do you think you'd sell your soul to just have one thing to turn out right? For the thousandth time you turn and find that it just makes no difference to try. Like Holden Caulfield, I tell myself there's got to be a better way. Then I lay in bed and stare at the ceiling – Dream of brighter days" [Get It Right – The Offspring]

domingo, 17 de abril de 2011

A criação do meu Blog. Acordar cedo em final de semana e ter uma tarde de domingo tão tediosa...


[18h56 PM] Meu quarto

17/04/2011

Hoje é o último dia 17, depois desse desisto: Sempre, nesse dia, algo fora das expectativas acontece. No caso, eu só percebi que hoje era 17 agora, quando finalmente deixei de mexer no meu Blog para escrever aqui. – É, enfim fiz o meu Blog! \o/

Ao abrir a página em branco para escrever, ouvi do auto-falante da televisão na cozinha que houve no cartório o seguinte caso: “Pai põe nome estranho no filho”. Sabe qual que foi a idéia do pai? Essa foi genial, sente só: “Xerox”. Acho que não preciso comentar mais nada sobre. [...]

Perguntas...

“Cara, tais fazendo mesmo um blog?” R= “Não, eu não. Escrevi na mensagem pessoal do Messenger porque senti vontade”.

“Juan, então tah, vai me contar logo o nome do Blog?” R= “O que eu te disse? Quando ficar pronto eu te digo”.

“Eai [...] Sempre quis um blog, é legal né?” R= “Não, eu odeio Blogs; nem sei o porquê inventaram essa m@rda”.

Deixando de lado esta parte do dia, vou começar os meus registros. Hoje era um domingo para descansar! Mas sei lá, a melhor coisa que poderia ter feito hoje, foi eu acordar às 09h20, tomar banho, fazer a barba e, depois de pôr o meu moletom de pêlos e me perfumar, pegar uma moto e ir para o culto na Igreja da Flávia, perto do Shopping.
Ontem, devido à guria me contar sobre isso passando da 01h30 da madruga, não consegui dormir muito também. Mas, acho que mesmo sem embernar na cama, minha fisionomia estava bem agradável. Com isso, eu que tinha até pensado em dormir mais dois quartos de hora, matar o culto e chegar apenas onde me interessava,  grupo de estudos e Flavinha, resolvi sair para alcançar o culto.
Estava como anteontem; nenhum traço de Sol. O ar úmido, as ruas úmidas, o vento forte... Clima perfeito! Cheguei ao local, cumprimentei duas pessoas e, encontrado logo um lugar para sentar, fui parar ao lado de um homem, que não deve ser muito mais velho do que eu, e que na hora, eu não sabia nada sobre. Ele me cumprimentou e deu o seu nome. Devolvi o meu e pouco nos falamos.
Estava havendo louvor, e devido, acho eu, ao número de pessoas novas por lá, não bastando o retroprojetor atrás de tudo a exibir a letra da canção – que eu já conhecia, aliás –, todos estavam aprendendo a cantar a música. E logo pegamos a letra e o ritmo.
Que bom que não foi um culto longo. [---]... começaria as aulas do grupo jovem de estudos. Assim que me levantei, o cara ao meu lado, perguntou a minha idade. – Ele queria saber se a gente iria para a mesma sala. Sabe? Ficamos amigos rápido demais. E assim eu não esperei e fui com ele para os fundos do templo.
Quando a Flávia chegou, se pondo ao meu lado, me mostrou alguns livros. E explicou que eu poderia ficar com eles caso quisesse. Pois ela havia pegado a dupla que a interessaria, assim, deixando o resto dos livros para mim. Isso foi ótimo. Um dos nossos colegas de lá está fazendo mestrado da Estória Literária, na FURG. E aquele quem estava ao eu lado no culto, o Artur, faz segundo ano de Psicologia! E havia mais alguns lá; um é de alguma engenharia.
O rapaz do mestrado, que conversou deveras comigo em meio à aula, estava dando os livros para mim, então. Eu trouxe vários pra casa, contudo eu nem registraria o nome devido a serem muito antigos (capa de couro com bordas douradas, por exemplo), mas ao menos, deve-se destacar um dos pilares de A Comédia Humana, O Pai Goriot, a considerada obra prima literária a qual título de Eugénie Grandet. – E espero, sim, ler ambos os títulos.
Seguindo, a discussão durou hora e meia. Eu entendi melhor algumas coisas, e até me senti mal, estando agora do ponto de observador Evangélico, ao ver o que eu mesmo pratiquei no passado, enquanto eu ainda pensava em fazer as coisas apenas por mim mesmo, atropelando alguns valores por aí.
Bom, foi produtivo demais, e o melhor é perceber que, mesmo lá, ainda não pertenço àquilo. Com exceção de uma hora em que eu precisei intervir para esclarecer sobre magia negra, umbanda, e etc. eu preferi falar raramente, já  que mesmo quase devendo me manifestar frente certas idéias um pouco, mas mal concebidas o suficiente para certos equívocos, eu acabaria pondo-me em alguma necessidade de explicação mais profunda, algo que não era para tal momento.


Enfim, a discussão mostrava, e era esse o ponto a todos, que não há religião perfeita ou tão correta, embora ali, certamente, praqueles que estudavam um Evangelho, a crença dentre nós enquanto buscando máximo esclarecimento, pontuava a mesma como a única e verdadeira salvação.

[---]

O tempo estava feio, o D... estava sem créditos, e eu não daria bandeira para os céus caminhando numa manhã como de hoje. Então eu peguei mais uma moto, logo chegando em casa. E aqui, eu me aproximava do Caos, sem me dar conta. Os meus últimos minutos de paz após o almoço apimentado se foram assim que o meu tio Queninho inventou de ter um Orkut também.
Foi infernal! Preferia ouvir as trombetas do Apocalipse a passar um minuto a fazer o Orkut do tio. O computador lento, com dois navegadores e o MSN abertos, o infeliz do meu tio gritando nos meus ouvidos que queria uma foto, a cambada toda saindo da mesa e vindo me assistir ser torturado pela droga do tio cada vez berrando mais alto. Sério, é emoção demais para ele ter um Orkut... Podia ter se emocionado só mais um pouquinho e então ido para um hospital, com um AVC, me deixando em paz mais cedo. Acho que a inércia qual passei durante a tarde inteira no silencio, apenas a configurar o Blog, se deu devido à saturação sonora de mais cedo. Isolar-me no quarto foi quase uma experiência de meditação, então.

Sobre o Blog, eu custei, mais de uma hora, apenas para pensar em um título para ele. A Flávia aparece no MSN me dizendo que teria prova de Lingüística Aplicada para terça-feira e, não bastando, a entrega do Diário-apresentação também. Eu nem me estressei, queria descobrir um nome para o meu Blog, e não faria nada hoje, enfim.
Então encontrei o nome para o Blog: Juan Burning the Pages! \o/ ...Legal né?
Bom, agora só falta postar algo. Mas eu gostaria de esperar a última revisão da minha estória de Background de anime, e as minhas poesias com a Cecília. Entretanto, até lá, acho que vou postar esse aqui mesmo, só para as pessoas verem como está ficando o Blog.
<!--[if !supportLists]-->·        <!--[endif]-->Essa parte aqui não vai para o Blog, por dois simples motivos: Primeiro porque é a apresentação do meu link e o meu “Quem sou eu” que foi alterado para “Um pouco sobre o Juan...”. [Coisas que já estão no Blog] E segundo, porque aqui vou escrever uma coisinha a mais: [---]

Ah! amanhã vou para a Festa do Mar \o/ Não preciso nem esperar que seja legal, não é? Então, por isso, e também porque amanhã preciso me acordar cedo para trabalhar e depois participar de reuniões sobre o CAIC, eu vou me deitar cedinho, tipo: assim que eu acabar aqui.

E... Acabei! É só postar, encontrar o meu gato e partir pro soninho *-----*

Tenho certeza de que vou dormir com a voz do meu querido tio ecoando na cabeça, mas não... Dá pra resolver isso por deitar ouvindo ao A Moment of  Imperfect Clarity”, que, sem sombra de dúvidas, é o melhor álbum da banda “Spoken”. É tão bom esse álbum...!

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