– NaNiKaNaNaNiKaNaNaNiKaNaBonJuaKoNe!!
– Temos
mais outra carta especial para hoje?
– Realmente
inacreditável! Inacreditável! Inacreditável! Inacreditável! Inacreditável!
Unbelievable! Inacreditável! Inacreditável! [...]
– PARA DE
DIZER ISSO!
– Ok, desculpa.
Mas é que é uma carta... INACREDITÁVEL \O
– Então
temos?
– Sim! Como
eu disse, é uma carta...
YGOWE T1C2PtI – PREPARAÇÃO: O MANIPULAR DO
SANTUÁRIO ANTIGO
Então era sábado... Dentro de uma caminhonete quatro portas prata, além
de Paulo, o motorista, estavam também Juan, Jonas e Nino. Eles haviam tirado o
dia para jogar cartas juntos. Estavam visitando um excêntrico duelista chamado
Ruan. Com exceção de Jonas, o que os outros sabiam deste garoto era apenas que
ele possuía algumas ótimas cartas, que às vezes este tirava proveito do
desconhecimento alheio quando se tratando de regras em duelos – usualmente
omitindo ou até adicionando efeito às suas cartas – e, bem, que ele levemente
parecia-se com a Mônica, dos gibis nacionais. : B
– Eu o vi apenas duas vezes – comentava Juan, relembrando seu duelo
contra o garoto. Uma partida de quatro horas, onde, quase sem cartas em seus baralhos
– nota: baralhos de sessenta cartas! – apenas uma das tantas “regras oficiais”
do Ruan –, com ambos em seus limites fazendo de tudo para não serem derrotados,
pela primeira vez eles compreendiam o conceito “top deck = derrota”. Juan
venceu por pouco, simplesmente porque cedo ou tarde algum dos jogadores não
compraria uma carta monstro. Para si, a vitória até podia ter algum valor, pois
ele se sentia orgulhoso ao término de uma longa partida, com seus nervos
completamente desgastados e a sensação de trabalho cumprido, uma das tantas
gratificações em duelar. Mas, nas profundezas de si mesmo, tudo o que o duelista
zumbi queria era um nova partida para esclarecer de vez quem era o melhor entre
os dois.
Em contrapartida, tudo o que o
Ruan não queria era pôr as suas poucas
partidas em risco duelando contra alguém tão perigoso quanto o auto-intitulado
“melhor duelista que já vi”. Juan podia ser um grande exibido, convencido,
muitas vezes arrogante até e, além, erroneamente prepotente. Contudo, por pior
que a sua idolatria por si mesmo fosse o seu problema, e que às vezes exagerasse
ao apostar tanto em si mesmo, ninguém podia negar que ele fizera por onde a adquirir
sua reputação de grande duelista. Isto repercutia no espírito de quem quer que
fosse duelar contra ele.
Quebrando o pesado silêncio que se formava no automóvel, Paulo limpava a
garganta ao falar – E aí Jonas, então nós vamos fazer o deck depois?
– Claro. O Dudu nos ajuda a criar um deck pra ti! – Ele responde à
inquisição do motorista. Ambos haviam feito um trato, inicialmente por causa das
dívidas da última manhã. O combinado evoluíra até que Paulo propusesse cobrir as
despesas da viagem ao próximo campeonato regional, enquanto que o Jonas
concederia a sua coleção de monstros do tipo Guerreiro ao Paulo. Juntos, eles participariam
do torneio do estado no fim do ano.
– Entendes de Guerreiros? – Paulo perguntou virado para o banco
traseiro.
– Entendo sim. Mas, além de não ter experiência jogando e pouco saber
sobre o toolbox que eles fazem, de boa, eu simplesmente odeio os monstros do
tipo Guerreiro. Dá sono só de imaginar o deck! Juan fora desse esquema! Xô
cartas de equipamento para longe de mim, ok?
– Porque, meu? Paulo perguntava teatralmente – Só porque eu sou gordo? É
por isso? Seu racista!
Em meio às risadas, Juan mostrava-se sério; suas sobrancelhas unidas –
Não cara, não é isso; é que... Sei lá! Apenas não gosto e deu. A última coisa
que eu usaria em um baralho seriam monstros de força bruta e pouca técnica... –
uma pausa. – A única que eu curto é a “D. D. WARRIOR LADY”!
– Certo Dudu, mas tem quem não goste dela? – virando a última curva, ele
continua – Até eu que não conheço muito do jogo entendo o que ela significa. Aliás,
posso fazer um baralho com quarenta cartas “D. D. WARRIOR LADY”? – Paulo
gargalhava como se alguém achasse mínima graça. Então, engolindo o riso de vez pergunta:
– Jonas, tu tens uma dessas pra passar, não é?
***
– Oi gente. Vagarosamente atravessando o portão, Ruan aparecia. O que
traz vocês aqui?
– E aí Ruan! Jonas cumprimentava-o tão entusiasmado que, ao lado do
garoto de pequena estatura, fazia-o parecer um corpo sem vida. – Bem, tais
sabendo do campeonato regional que vai ter semana que vem em Porto Alegre?
– Sei sim. Estou indo. Vocês também? Quer dizer, algum de vocês vai?
– A GENTE VAI! Paulo deu um abraço de irmão urso no Jonas. Se não fosse
devido ao caminhão que passava fazendo um forte barulho em frente, certamente
todos ali teriam ouvido alguns dos ossos do Jonas se deslocando.
Consertando o ombro discretamente, Jonas prossegue. – Pois é. Viemos
aqui justamente por causa disso. Ainda terias algumas cartas para negociar?
– Ah, ok. Só um momentinho que vou buscar as pastas e já volto. Ruan
saiu arrastando os chinelos como um velho.
– Cara, eu quero duelar com ele. Sabe o que é esmagar? Pois! – Juan batia seus punhos um contra o outro.
– Sei não, mas eu duvido que alguém que
veste calças de moletom e chinelinhos esteja com espírito para duelar – Nino observava.
–É – Juan fez uma careta.
Passado alguns minutos, a pequena figura reaparece, desta vez trazendo duas
pastas enormes entre os braços.
“Isso
aqui é baba?!”, Juan pensa logo ao
segurar a pesada pasta e tocar na superfície molhada. – Ruan, gripe? – ele
perguntou.
– Ah, sim, Dudu. Das terríveis – Ruan
responde levando a manga do casaco cinza à face.
“Então
talvez nem seja baba aquilo... Mas, se não for..., o que... Ah! Germes!”. O
reflexo era passar a pasta adiante.
Outros minutos depois, com algumas
cartas já separadas, Juan, Paulo e Jonas conferem os preços. Nino seguia sem
alterar seu baralho, mas, por mais que estivesse afastado das transações,
mantinha o olhar decidido sobre a folha da pasta em suas mãos, provavelmente
por causa de uma carta.
– Estas aqui estão todas para negociação, mesmo? – perguntou Nino, sem
tirar os olhos do que tinha à frente.
– Sim, todas daí estão – Ruan respondia
com a sua voz um pouco rouca, um pouco fanha, robótica e cansada. A seguir, do
fundo do seu ser, ele fungou única e violentamente. A impressão que se tivera fora
a de que ele havia estourado uma de suas veias nasais.
– Ruan, e aí, vamos duelar?
– Dudu – uma pausa. Responde uma coisa:
Que parte do eu estar com uma gripe terrível tu não entendesse?
– Só se primeiro tu me responder essa:
Como que, faltando uma semana para o tal campeonato, tu simplesmente não joga?
A gripe te impede de por cartas na mesa?
– Sim, ela impede. Impede-me de eu me
sentir bem, também. No entanto... – um espirro –... Nino?
– Oi – Tirando o boné por um tempo, ele
respondeu em prontidão, pela primeira vez descolando os olhos da pasta.
Ruan prosseguiu: – É impressão minha ou
tais namorando uma das cartas da minha coleção do [DARK CRISIS]?
– É sim, só tua impressão! Ele fechou a
pasta entregando-a.
– Ah, que pena. Porque por mais que eu
não esteja em condições de jogar, eu ainda poderia assistir a um duelo, certo?
Apontando para o Juan, prossegue – E já que este macaco aqui está se
coçando tanto para duelar, eu pensei que vocês
poderiam jogar. O que acham sobre o vencedor da partida levar uma carta da
pasta, à escolha?
– Sério? – Nino pulou do muro
completamente inclinado a aceitar o duelo.
– Dudu? – Nino encarou-o. Em resposta, Juan
apenas arqueou as sobrancelhas e sacou seu deck.
– Então está combinado – Ruan levava a
manga de sua camisa uma vez mais à face; outro espirro.
– Guris. Vamos realizar a partida em um
lugar adequado, disse Paulo. Abrindo a porta do carro, alertou: – Ruan, se tu
sujar o carro eu te jogo pela janela.
***
O duelo se realizaria nas plataformas
de duelos conhecidas como DOMO-D.
Acoplado à construção principal do shopping da cidade, era uma área fechada que
cobria a praça de alimentação e algumas lojas de cards diversos. O espaço era
destinado principalmente para duelos. E a prova disso, embora neste dia fosse
atípica a fila de espera, era que, ainda mais durante finais de semana, as
chances de chegar ao espaço e logo adquirir uma plataforma, eram chances vistas
como milagres.
Jonas, Paulo e Ruan tomavam seus lugares para assistir ao inicio do
duelo. – De que o Nino joga? – perguntou Paulo.
– A pergunta não seria “de que”, mas “com o que” ele joga – Jonas disse,
sustentando uma pose facial enigmática.
– Como assim?
– Gordo, o baralho do Nino é composto de cartas de apenas uma coleção,
[ANCIENT SANCTUARY] – interveio Ruan. – Ele manipula todas as melhores
estratégias lançadas neste Set.
– E isso é bom? – Paulo se interessara.
– Bem, eu não gosto de me limitar a apenas uma coleção – disse Ruan. –
Na verdade, o único Duelista que eu vi usando apenas um Set foi de fato o Nino.
Talvez o deck dele fosse melhor se ele abrisse mais opções em seu baralho – o
menino gripado analisava. – Porém, jogando por tanto tempo com as mesmas
cartas, o que acontece é que o Nino consegue manipular bem as suas compras. Eu
diria, simplesmente, que ele está sintonizado com o deck a um ponto o qual são pouquíssimos
os duelistas que alcançam antes de, novamente, alterar o baralho. E sim, isto é
bom; muito bom. – completou.
DUERU!!
Ambos os duelistas possuíam as cinco cartas em mãos. Decidido, Nino abre
a partida comprando sua sexta carta. A sua expressão, em resposta à carta
puxada, deixou transparecer alguma confiança. Aos olhos de Juan, aquilo só
podia significar que alguma estratégia habitava desde cedo as idéias
adversárias.
– Eu ativo a carta mágica de campo conhecida pelo nome de “THE SANCTUARY
IN THE SKY”!
O ambiente de duelo transformou-se no topo de uma montanha tão alta que o
pico ultrapassava a altura das nuvens. Ao longe, erguia-se uma arena de
arquitetura clássica. Diversos dos mais conhecidos monstros de duelo apareciam
convivendo pacificamente entre si, nesta construção. À frente disto, em uma área
quadricular e rodeada por colunas gigantes, ambos os duelistas se encaravam.
– Majestoso, não? Nino se gabava da beleza do palácio-arte em sua carta.
Lançou uma ligeira olhada à mão e, separando duas cartas, continuou o seu
turno. – Agora invoco aquele quem persegue o sagrado poder arquilorde! Apareça:
“WARRIOR OF ZERA”! (1600/1600). Surgiu em campo de batalha uma esbelta e
disciplinada musculatura. Um par de luvas verdes, uma leve armadura e um elmo
da mesma cor. Faziam parte dos adornos do guerreiro, um longo pano escarlate e
uma espada que causava inquietação a qualquer um que se pusesse a observá-la.
Ao topo disto, no elmo da criatura, revelavam-se dois curtos chifres. “Estou contando com esta carta para terminar
este duelo o mais logo possível”, pensou Nino, antes de posicionar uma
carta invertida e encerrar a sua vez.
– Uma carta campo? – Paulo observava. Acho que já ouvi sobre as cartas
desse tipo. Elas alteram o terreno da batalha proporcionando efeitos especiais
para ambos os jogadores, não é?
– Boa a observação – Ruan replicava. – O interessante é que, enquanto o campo
estiver na partida, os pontos de vida do Nino estarão protegidos mesmo que ele perca
os seus monstros durante a batalha.
– Então este campo tem como característica a proteção aos pontos de
vida?
– Sim, basicamente – Ruan
conclui. “Pode ser que o campo tenha o
papel de proteção neste primeiro turno da partida. Mas é interessante também
utilizá-lo não apenas se limitando ao efeito de defesa. Aliás... Por que o Nino
jogaria seu campo se ele não controla criaturas do tipo Fada?”... Ruan
fizera uma descoberta “Entendi. Acho que
sei o que está por vir; não poder ser...!”.
– Minha vez! Juan puxou do baralho. – Ativo
a mágica “CALL OF THE MUMMY”.
– O que vai invocar desta vez? – Ambos Paulo e Jonas perguntam
simultaneamente, acostumados com o efeito da carta.
– Eu não sei, mas vamos descobrir agora – respondera Juan, sob o topo da
íngreme colina. Minha próxima carta é a mágica “RELOAD”. Adicionando minha mão
ao baralho, isto me permite que eu embaralhe o deck e compre o mesmo número de
cartas que eu tinha. Traduzindo, uma nova mão! “Vamos deck”, o duelista compra quatro novas cartas.
– E aqui está! Eu estava apostando na “CALL OF THE MUMMY” – revelou
Juan. – Isto foi o porquê eu a ativei antes de retornar minhas cartas ao
baralho. Pois, ativando o efeito desta minha mágica contínua, agora, eu o invoco
– venha! “DESPAIR FROM THE DARK”! (2800/3000). – Também, jogo com, digamos –
ele sorriu – uma pequena criaturinha. Apareça agora, “FEAR FROM THE DARK”
(1700/1500).
Ao lado da apavorante criatura que, por simplesmente se revelar,
transformara os céus do Palácio em nuvens turvas e escuras, surgira também uma
sombria criatura tal como em semelhança ao desespero atravessando os céus. A
forma menor se escondia atrás de uma cripta.
– Conheço o efeito especial da carta campo – Juan denunciava ao entrar
em fase de batalha. – Você não recebe dano de batalhas durante o cálculo se um
monstro do tipo Fada está sendo destruído. Entretanto isto não irá salvar os
seus pontos de vida. “FEAR FROM THE DARK”, ataque! Em um rápido movimento a
esguia criatura saia por detrás da cripta e avançava sobre o guerreiro ZERA.
Não havia rapidez suficiente em seus movimentos para evitar a destruição.
[Nino: 4000LP -> 3900LP]
Imediatamente após o dano de batalha, Nino inclina seu corpo à frente
demonstrando estar prestes a ativar uma carta armadilha. – E aí Dudu, vai
atacar diretamente? – ele provoca.
Juan notara a posição do adversário e naturalmente desconfiara dela, mas
concluíra que não perderia a chance de lançar um poderoso ataque diretamente
contra a vida do adversário. – “DESPAIR FROM THE DARK”, ataque diretamente!
– Opa, não tão rápido! – a carta armadilha se revelara. – Eu ativo
“DRAINING SHIELD”. A gigantesca lugubridade chocara-se contra uma barreira
especial, provinda do escudo o qual Nino empunhava a frente ao corpo. – O seu efeito
é converter os pontos de ATK, de um monstro adversário, que ataca, em pontos de
vida! [Nino: 3900LP -> 6700LP].
– Acho que encerro meu turno por aqui. Juan disse, levando as mãos ao
rosto; pura preocupação. “Eu não deveria
estar tão nervoso, certo?”, ele imaginava. “O que é esse estranho pressentimento então?” Nino sustentava uma
posição ansiosa.
Nino compra uma carta – É meu turno então! Não apenas pelo adversário,
também entre aqueles que assistiam o combate, se notara a rápida feição de
choque a qual o duelista entrou ao olhar sua compra.
“O que está acontecendo?!” Juan observou; a sua face úmida do mais frio
suor.
Focando-se alguns segundos depois, Nino escancaradamente abre um
sorriso. Dudu, o que você verá agora, como eu gosto de dizer, é uma trinca!
Sabe o que isso significa?
“Não, isso não é possível!”, Ruan diz a si mesmo. – Eu esperava que ele fosse fazer, sim, uma
grande jogada, mas não que ela começaria assim.
– Sobre o que o Nino está falando? Paulo indaga.
– Eu já vi isso antes! Empolgado Jonas se move inquieto de um lado para
o outro. Parece levar a eternidade para que seu melhor amigo ponha as cartas
sob a mesa.
Mas não levava. Imediatamente Nino ativou suas três cartas em seqüencia.
– Dudu, já viu essa? Eu ativo agora uma carta contínua, ou melhor, três cartas
contínuas. São conhecidas simplesmente por “7”! A trinca mágica!
Num momento, três símbolos numéricos apareceram em campo. Um momento
depois, eles foram destruídos!
– O que exatamente estas cartas fazem, Nino? – Juan pergunta sem
realmente querer saber a resposta.
– Funciona assim – Nino explica. –
Quando eu controlo três desta mesma carta sob o campo, elas são automaticamente
destruídas e enviadas ao cemitério. E quando enviadas por este efeito, eu
compro uma carta para cada uma destas destruídas.
– Três cartas são compradas?!
– Sim, eu compro três; mas ainda tem um segundo efeito! Pois quando
enviadas do campo ao cemitério, para cada “7”, aumento os pontos de vida em
700! Totalizando 2100pts! [Nino: 6700LP -> 8800LP]
Com uma mão nova, Nino fala triunfante – É agora que o meu turno realmente começa!
– ele tinha comprado o seu último “7”, e agora, sua carta Às.
~[continua...]~
Whats up
guys! Vocês já sabem qual é a carta Às do Deck AST?
Também, uma
perguntinha: “O que é um pescotapa?...” – Se sabem ou não, a verdade é que não importa. Mas como o nome sugere... Só esperem até o próximo capítulo. Era isso o que eu queria dizer ^^'
Espero que
tenham gostado até aqui. :3 Ando ansioso para adicionar os personagens de
uma vez, então fica bem difícil ir com calma e me dedicar a apenas um episódio por vez XD
***
YGOWE T1C2PtII – RESPLANDEÇA! A DESCIDA DO
ARQUILORDE!
A
criatura, após varrido os monstros adversários, suntuosamente lança-se contra
os céus; sua longa lâmina refletindo a luz admirável que seu fio capta. Suas
asas batem contra o ar uma única vez, causando uma agradável lufada contra o
adversário. Milésimos depois, o ataque! Os olhos não acompanhavam a velocidade
da forma angelical. Ela retorna graciosamente á sua posição primária, ostentando
a derrota sob a sua forma mais bela.

draning shield essa e classica vcs sabem de quem hahaha
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