"Do you think you'd sell your soul to just have one thing to turn out right? For the thousandth time you turn and find that it just makes no difference to try. Like Holden Caulfield, I tell myself there's got to be a better way. Then I lay in bed and stare at the ceiling – Dream of brighter days" [Get It Right – The Offspring]

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Festival de Rock #1Maio 2012 - BABY DOLL

05/05, Saturday night, Rio Grande, 2012, hours before the rockadventure...


[...] 

E hoje, comecei a fazer download do YGOGX. Teria Victor, mas eu não fui. Estou a fim de ficar em casa. Tanto é que, mais cedo, passei no supermercado e comprei dois pacotes de chips, um de bacon assado, uma pipoca de micro-ondas e uma bandeja de iogurte. O plano era/é assistir seriados. O problema era que eu terminara tudo na ultima madrugada.
        “Vou à loja, pegar seriados (‘PRISION BREAK’) e minhas cartas, para caso eu saia essa noite”. Mas era preguiça demais... Por sorte, ao buscar ração para o Gatíssimo, o Gabriel e o Guilherme tentaram me dar um susto/assalto. Após eu me armar e quase quebrar a face de um, combinei com o Gabriel. Há pouco retornei de lá, com todo o resto da temporada 7 se SUPERNATURAL.
E é isso o meu fim de semana. Amanhã tem loja, e eu voltando ao RGBN.

-> Dando início à maratona cama – gato – salgados – seriados. XD

***

Starred by: 

BIZARRES  FAT: A Fat friend. A Bizzare Fat Friend, actually. Loves metal; It's said he always chating with the Devil at these undergrounds. The whereabouts of  the Devil, however, shouldn't be asked under any non-acoholic circunstances.


JUAN OLIVEIRA: Smile! I'm a camera XD




Ezegarde: (AK-47). He doesn't care with the woman's hearts. They just bother him. The real thing is shoot all of that bitches at once! - You can't see it, but there is a obfuscated Nosferatu in this picture!


Special Guest: Cara-Homi, Depair from the Dark.

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A Movie By:

THE YELLOW REAPER


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NÂO! Não foi nada assim como o planejado. Não voltei ao RGBN, mas isso sequer importa...! Eu tinha mesmo o plano e estava decidido a o cumprir, MAS – é claro –, advinha quem apareceu, pouco antes das 00h00? E a estória do fim de semana mudou. De apática e confortável, para ser lembrada por um bom tempo. E o produto disto: Passam-se das 09h00 de segunda-feira, início de semana com uma prova de Morfologia que eu sequer tinha estudado. Já estou na biblioteca administrando meu ímpeto de registrar a verificação. – Olhar para trás é bom; ao menos quando tem Gordo, Ezegarde, Uísque, Festival de Rock e um carro a mais de 160 km/h.
Ouvi me chamarem enquanto corria a barca, eu estava acompanhando 264.000+ imagens em uma página sobre a HATSUNE MKU. Várias outras abertas, e enquanto isso downloads de YGOGX. Tudo corria bem, pois tinha o Gatíssimo e aquela sacola de guloseimas me esperando para a madrugada.
        A princípio, não atendi. Demorei com vontade; era claro que era o Gordo Paulo, e se quisessem mesmo falar comigo, me esperariam, além do mais, eu pensava que estavam para me arrastar para jogatinas.
        Mas não. Ao invés de convidar o Gordo, que estava sozinho, para entrar, tratei de esclarecer que eu pretendia tirar a noite para mim. E não, eu não iria ao Festival no Cassino. O Diego poderia ir em meu lugar. E eu não era tão necessário, pois o Ezegarde estava dentro. Mas ter parcerias é pra isso. “Paulo, pelo menos vamos dar uma banda então, se ainda não lanchasse”. E nos mandamos por aí.

01h00. Casa do Paulo. Eu não tinha dinheiro, mas começava a pensar em sair de casa mesmo assim. Quer dizer, não retornar para casa. Se bem que qualquer coisa envolvia eu retornar. O Paulo estava prestativo a ponto de retirar do armário uma toalha e um xampu. Eu não tinha mais desculpas para não sair de casa, então. Só retornei para um banho enquanto o Ezegarde fugia de casa e aguardava carona. – O Diego não poderia ir...

? h? . A morte bateu na minha janela! Há uma inclinação pela faixa. Coisa pouca; mas..., considerando uma velocidade o suficiente para te colar no banco, sem cinto de segurança e sem acreditar em Deus, a impressão que se tem, além do pânico, é que o Ceifador te aguarda ao fim da montanha russa. “HIGHWAY STAR”, OF COURSE!

Chegamos ao Cassino em aproximadamente de 10minutos RÁPIDO! E logo encontramos o Boliche.
        A primeira visão que tivemos após a onda de roupas pretas segurando copos, latas e baseados, foi a de dois marmanjos, sei lá eu se de brincadeira ou não, brigando. Quer dizer, um deles pisava na cabeça do outro, que devia de ser mais imbecil do que o agressor. Pois, quem vai ter que comprar uma dignidade nova depois de rolar no capim úmido e cheio de terra e ser humilhado em público na frente de um bando de gurias bem bonitas?
Isso por causo de quê? Por causa de cachaça né?!

- É por casas de cachaça né.
- E quantas você bebeu?
- Só bebo latinha!
- Umas quatro.

***

Ah, só pra variar, outra vez eu saí de casa sem qualquer documento! Claro que não queriam nem saber dos meus documentos na hora, mas, e para sair de lá?
        No início o Gordo Paulo foi dar um oi por lá e eu não iria ficar andando para lá e cá pendurado no Ezegarde. Passei um tempo assistindo aos shows, sozinho, me aproximando cada vez mais do monte de gente. Então, me sentindo muito randômico, uma coincidência: No início destes registros, lá sobre a aula de Latim... Tinha uma guria. E não é que agora ela surgia do meio da massa? Foi uma coincidência legal, sei lá. E não foi apenas ela, das Letras, colegas e ex, que eu encontrei! Realmente não esperava, com exceção do Michel, encontrar o pessoal curtindo um rock ‘n.
Em meio a me sentir ligeiramente desajustado – que engano...! –, já que eu estava respondendo a alguém que eu estava sozinho, em um festival, resolvi me reencontrar com os guris. O resultado disso?

É aqui que tudo se encaixa. Eu havia dito diversas vezes ao Paulo, mas o animal de tetas não entendera. Entre as bandas da noite, estava a “BABY DOLL”. A princípio eu não acreditei, já que isso seria a coisa mais absurda que eu poderia querer para uma noite fora dos planos. Mas era mesmo! A “NEW HELL” entrou com a gente no carro, os deixamos sei lá eu onde, e o próximo destino era retornar a Rio Grande, tão rápido quanto possível.
– Pra quê? Para o Paulo pegar o sutiã.

PEGAR O SUTIÃ Õ/

[Informação adicional para o Blog]: Há uns meses, nos passeios pela madrugada, o amigo gordo me mostrou um álbum muito escroto; um álbum diferente e bom demais. Era “BABY DOLL”. CD Original, que ele conseguiu no prévio show da banda aqui em Rio Grande. Neste fatídico dia, o Gordo dançou no palco vestindo apenas cueca e sutiã.
O Sutiã Lendário ainda existia, e fomos, mesmo, até Rio Grande, apenas por causa dele.
– Eu não conheceria “DOLL” se não fosse pelo sutiã... XD



Retornamos exatamente quando a banda começava o show. Da rua se ouvia a introdução da "CIDADE DO PECADO". “POHA MUITO FODA!”. Eu quase não entrei, já que foi um loading para lembrarem que eu estava no festival. – Crianças, SEMPRE andem com seus documentos. – Não que eu vá me lembrar de seguir este conselho, anyways...
        O Paulo passou com nossa garrafa de Uísque por debaixo de um moletom. E não bastasse esta garrafa, a banda jogava mais do mesmo álcool na boca do pessoal lá embaixo.
Prosseguindo... Além de Uísque, um taco de beisebol e uma vagina de borracha, em meio às músicas libertinas, tinha isso:


[MISSION ACOMPLISHED!]

– Valeu GORDO BIZARRO!

Senti pena de quem não conhecia a banda; porque, para mim, ao menos, a melhor parte da noite, e meu objetivo era apenas curtir o show e levar um CD deles. Berrei Cantei as músicas até levar um CD.

O que me faz escrever aqui e mesmo mais tarde postar no Blog é simplesmente a existência destes MODAFUQUERS que estavam no show comigo, e essa foto aí encima. Porque, depois disto registrado, o que eu posso registrar? Cantamos música atrás de músicas da “IRON-MAIDEN” "DESPAIR OF THE DARK", claro que não podia faltar.  / E jaqueta jeans do Thomas – o vampiro da combustão instantânea –, se tornou uma bandeira, de tão alargada que ficou após o Paulo a vestir e pular por horas. – Se f*** Thomas, nem lavando e voltando no tempo a tua jaqueta se salva HIHIHIHIHI *------*.

***

Enfim. A noite tem fim – e nos queríamos ir embora! O Thomas e a sua um dia jaqueta pegaram um ônibus na integração, o Ezegarde chegou cinco minutos antes de a sua (o quê era mesmo?) o “acordar”, e, sobre eu e o Paulo, ainda ficamos comendo chips e assistindo televisão. – Nada mais justo que um cartoon americano de piadas sem graça.


***

[DESPAIR FROM THE DARK ATK2800/DEF3000]


- Até o próximo festival.

SE EU PUDESSE EU MATAVA MIL!


[04h27 AM] Meu quarto
17&18/05/2012 Rio Grande
(3ª semana)

Deve estar na lista de um dos piores dias da minha vida. Eu pensei muito sobre como explicar a sensação, mas eu perdi um investimento e dedicação tão grande, todas as minhas cartas, que é impossível inventar uma frase ou máxima que dê conta da minha (dor?).
        – Recém agora, após acordar e vir direto para cá, e precisar por a senha do meu notebook, é que percebi uma das minhas perdas mais significativas. Não por preço, mas... Foi-se junta a minha “BLACKWING – BREEZE THE ZEPHYR”. (A minha senha é BREEZE). Mas o que é reclamar disto quando se tinha o deck completo em 1st edição?

Bom. Ontem à noite, sem absolutamente nada para fazer, fui à loja pegar seriados. Isso era umas 20h00.
        Ao sairmos, ainda pensei, enquanto a Lisi e o Emerson fechavam os portões corridos: “Não tem alarme aqui..., Como seria fácil para o Sam ou o Dexter entrar...”. Bem, correção: Eu deveria ter imaginado como seria fácil para um pedreiro mesmo...!
        Estando em uma maratona sem dormir, às 08h00, após terminar metade da temporada de PRISON BREAK, eu dormi um pouco. Pouco. Eram mais ou menos 09h30 quando o meu celular tocou. O JP estava na linha; e ele disse: “Cara, me diz que as tuas cartas estão contigo. Ontem à noite vocês levaram a tua caixa,, NÃO É?”.
        A primeira onda pré-dilaceração ocorreu. Ele me ligaria novamente. Meu corpo se resmungou na cama para encontrar o celular; a segunda ligação. “Meu, as tuas cartas estão contigo, ou no carro do gordo, certo?”. “Elas têm de estar contigo!”. [...]
        Assaltaram a loja. A princípio imaginei que tinham levado tudo. Se o meu dia seria ruim por isso, então que fica mais, pois, segundos após eu desligar o telefone – e que legal, “quando vou poder dormir”, pensei –, a avó invade o quarto dizendo que... */_

O pai não estava. E eu, tendo dito que já estava indo à loja, não estava indo, portanto.
        A avó reclamava e falava de Deus, e que R$300,00 era muito dinheiro, e que o pai não devia... */_
        Eu só conseguia pensar: “R$300,00? Que tal mais de R$2.000 em cartas. ‘EFFECT VEILER, RAI-OH, POT, TODOS MEUS DECKS...?”. E a lista cada vez aumentava mais. E eu não entendi, ao resultado imediato da notícia, o porquê eu não estava surtando, embora eu já sentisse vontade de dar um soco na parede.

11h00. Ou um pouco antes. Com o pai fora de casa, aproveitei que eu não podia fazer nada e tomei um banho. Sabe? Mesmo com pressa, um banho fazia todo o sentido. Pois “Azar no jogo...”. Eu precisaria estar arrumado, não transtornado.
        Quando o pai apareceu... Assim, durante este dia, milhares de amigos me ligaram perguntando se eu estava bem. Até me surpreendi com tantas ligações. E bem, eu saí de casa sem dinheiro. Voltei à noite. O pai soube do assalto, mas e daí, só as minhas cartinhas!... Ele não ligou nem para me mandar à merda. Aliás, à merda ele me mandou, quando se negou a me dar dinheiro para apenas uma passagem de ônibus, para eu ir checar o estado da loja.

*/_


        Quando eu cheguei à loja, o JP estava com um dos guris do RGBN. As coisas no lugar, nem metade dos produtos furtados – mas claro que o caixa sim –, e as mesas ainda cheia de cartas por cima. Foi quando percebi que, se alguém perdera as cartas, este alguém era eu; apenas eu.
        – O que eu acreditei – e ainda acredito, embora agora eu esteja muito chateado com tudo: “Menos mal que foram as minhas coisas”. – O que pensei depois: “Mas se o assalto podia ser executado facilmente, minhas cartas roubadas, em meio aos produtos, não é um problema meu..., correto?”.
        Sobre isso, eu não fui mesmo o único a perder. E eu tento não ser egoísta... Ao menos não com a minha família.

***


Na hora do almoço, o JP me levou para comermos em sua casa. Mas embora eu pudesse registrar muito mais do que eu ter gostado de uma casa tão espaçosa aponto de ser impossível se manter uma organização eficiente, hoje não é um dia em que eu possa escrever mais do que isto, que eu me assustei ao comer bolinho de batata encontrando um recheio não usual – que eu nem comi, na verdade, devido ao estado de choque e consequentemente a falta de fome – e que lá, mesmo na merda, não parávamos de cantar "AMAZING HORSE".
        Neste meio tempo o Ezegarde me ligou. “Não sei. Faz diferença se eu estiver bem ou mal? São minhas cartas, e, mesmo que a longo-prazo, substituíveis. Eu sigo em frente de qualquer forma”. E o pior é que tenho a eles. Meus amigos. Todos apareceram por causa do jogo, e tenho o meu diário. Algo que se eu perder... – Viu como não é tão difícil atribuir alguma resistência à ideia de que o meu “VAMPIRE GENESIS” (2006), que recuperei estas semanas por valor histórico, após recomeçar a FIC, também estava junto da caixa... [?] – Oh, merda.

A Lisi falou com alguns dos imundos que cuidam carros na rua da loja. E é mais do que claro que foram eles. Um correu quando o Emerson pegou/foi largar uma barra de ferro. Outros entregaram mais outros. E um destes sairia em busca da caixa de cartas (a caixa de um cliente da loja, que não tem valor, mas que fica chato para o estabelecimento...) em retorno de uma ou duas recompensas.

Eu e o JP desaparecemos pela tarde, por causa de uma ida em locais de venda de tintas. Voltando à loja, o Ezegarde liga: “TE APRESSA!”!
        Imaginando que a caixa havia reaparecido e que o Diego tinha pagado por ela, tomo fôlego, depois de uma corrida pelo Centro, para encarar a única coisa que eu não queria; informações frias, planos complexos e incertezas. Um destes imundos, por R$5,00, “sabia muito”.
        O Paulo demorou demais para aparecer, mesmo a gente ligando vinte vezes dizendo que o assunto era sério e que precisávamos dele com urgência. Eu entendo que ele estava ocupado com a sua mãe, mas imagino que se o presidente ligasse para ele seria a mesma coisa, exceto se aquela caixa de cartas não fosse minha, neste caso.
        O Senhor Titela disse que precisava de dinheiro para ir à Pelotas; depois ele morava no Cedro; depois ele assistiu ao roubo; mas era muita sacanagem os caras que ele não conhece direito vender os produtos na sua vila; e havia uma guria com uma caixa; e um taxi; um carroceiro; e ele entendia de polícia; mas sendo de rua não conseguia apontar quem era o ladrão; não queria polícia perto dele, mas achava uma ótima ideia e a única pertinente, aliás, nós invadirmos o local da informação com a Civil...
        Tive um particular com ele, no contexto em que nenhum de nós desejava contato com qualquer coisa que fosse. Perguntei se havia a possibilidade de ele aparecer com a minha caixa, pois, se sim, eu iria lhe recompensar, mas era apenas uma hipótese. O problema é que ganhei de resposta que ele não poderia se meter, que ele iria morrer e que isso era coisa de Polícia, que havia uma guria com uma caixa, e que nós devíamos arrombar a casa onde estavam os furtos. – Para quê? Levar tiros? E que diferença faria ir com a Polícia ou sem ela? As cartas não iriam aparecer, e eu agora compreendia isso. O Vagabundo foi embora assim que eu lhe disse que quanto mais ele falava, mas armação parecia, e que ficava cada vez menos coerente o que ele dizia.
        De acordo com o pessoal, ele me ameaçou para que eu não o entregue à Polícia. EU JURO que se tivesse entendido esta parte, eu teria voado no pescoço daquele avestruz pulguento. Era muito possível que, para quem 1# É vagabundo 2# assistiu ao assalto, 3# divide a rua junto com os culpados, ele estivesse vendendo uma informação combinada, forjada de ultima hora.


Eu só queria que este dia acabasse logo, e que ninguém entrasse no meu quarto, às 19h00+, escuro, ninguém que tivesse gritado comigo pela manhã, que compreendesse que eu não tinha me alimentado durante o dia inteiro... Eu só precisava dormir. Nem que fosse uma hora, para acordar e visitar alguém que retornava após o meu aniversário – um dos lados que contribui com alguma razão, nestes dias, Mas não conseguiria dormir e nem ver ninguém. O programa foi suportar hipocrisias paternais e desejar um RESET em tudo. Conviver com a ideia de que eu perdi um dinheiro incontável em cards. E passear um pouco pelo Facebook, claro.
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Então é isso. Teve até um pessoal da minha aula dando suporte. Acho que eu devo dizer um obrigado, mesmo atordoado pelo fato de que estes ladrões imbecis não compreendam a importância de uma “EFFECT VEILER” agora que caiu a prioridade no TCG. – POHA, ainda tem o fato de que os mongoloides roubaram algo inútil para eles, e que vão acabar dando de presente para o filho de alguém que agora tem as cartinhas que ele viu na televisão.

– GOD, JUST WHY? DON’T YOU LIKE JUAN?