[...]
E hoje, comecei a fazer download do
YGOGX. Teria Victor, mas eu não fui. Estou a fim de ficar em casa. Tanto é que,
mais cedo, passei no supermercado e comprei dois pacotes de chips, um de bacon
assado, uma pipoca de micro-ondas e uma bandeja de iogurte. O plano era/é
assistir seriados. O problema era que eu terminara tudo na ultima madrugada.
“Vou à loja, pegar seriados (‘PRISION BREAK’) e minhas cartas, para caso eu saia essa noite”. Mas era preguiça
demais... Por sorte, ao buscar ração para o Gatíssimo, o Gabriel e o Guilherme
tentaram me dar um susto/assalto. Após eu me armar e quase quebrar a face de
um, combinei com o Gabriel. Há pouco retornei de lá, com todo o resto da
temporada 7 se SUPERNATURAL.
E é isso o meu
fim de semana. Amanhã tem loja, e eu voltando ao RGBN.
-> Dando início à maratona cama –
gato – salgados – seriados. XD
***
Starred by:
BIZARRES FAT: A Fat friend. A Bizzare Fat Friend, actually. Loves metal; It's said he always chating with the Devil at these undergrounds. The whereabouts of the Devil, however, shouldn't be asked under any non-acoholic circunstances.
JUAN OLIVEIRA: Smile! I'm a camera XD
Ezegarde: (AK-47). He doesn't care with the woman's hearts. They just bother him. The real thing is shoot all of that bitches at once! - You can't see it, but there is a obfuscated Nosferatu in this picture!
Special Guest: Cara-Homi, Depair from the Dark.
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A Movie By:
THE YELLOW REAPER
***
NÂO! Não foi nada assim como o
planejado. Não voltei ao RGBN, mas isso sequer importa...! Eu tinha mesmo o
plano e estava decidido a o cumprir, MAS – é claro –, advinha quem apareceu,
pouco antes das 00h00? E a estória do fim de semana mudou. De apática e
confortável, para ser lembrada por um bom tempo. E o produto disto: Passam-se
das 09h00 de segunda-feira, início de semana com uma prova de Morfologia que eu
sequer tinha estudado. Já estou na biblioteca administrando meu ímpeto de
registrar a verificação. – Olhar para trás é bom; ao menos quando tem Gordo,
Ezegarde, Uísque, Festival de Rock e um carro a mais de 160 km/h.
Ouvi me chamarem enquanto corria a
barca, eu estava acompanhando 264.000+ imagens em uma página sobre a
HATSUNE MKU. Várias outras abertas, e enquanto isso downloads de YGOGX. Tudo
corria bem, pois tinha o Gatíssimo e aquela sacola de guloseimas me esperando
para a madrugada.
A
princípio, não atendi. Demorei com vontade; era claro que era o Gordo Paulo, e
se quisessem mesmo falar comigo, me esperariam, além do mais, eu pensava que
estavam para me arrastar para jogatinas.
Mas
não. Ao invés de convidar o Gordo, que estava sozinho, para entrar, tratei de
esclarecer que eu pretendia tirar a noite para mim. E não, eu não iria ao
Festival no Cassino. O Diego poderia ir em meu lugar. E eu não era tão
necessário, pois o Ezegarde estava dentro. Mas ter parcerias é pra isso.
“Paulo, pelo menos vamos dar uma banda então, se ainda não lanchasse”. E nos
mandamos por aí.
01h00. Casa do Paulo. Eu não tinha
dinheiro, mas começava a pensar em sair de casa mesmo assim. Quer dizer, não
retornar para casa. Se bem que qualquer coisa envolvia eu retornar. O Paulo
estava prestativo a ponto de retirar do armário uma toalha e um xampu. Eu não
tinha mais desculpas para não sair de casa, então. Só retornei para um banho
enquanto o Ezegarde fugia de casa e aguardava carona. – O Diego não poderia
ir...
? h? . A morte bateu na minha janela! Há
uma inclinação pela faixa. Coisa pouca; mas..., considerando uma velocidade o
suficiente para te colar no banco, sem cinto de segurança e sem acreditar em Deus,
a impressão que se tem, além do pânico, é que o Ceifador te aguarda ao fim da
montanha russa. “HIGHWAY STAR”, OF COURSE!
Chegamos ao Cassino em aproximadamente
de 10minutos RÁPIDO! E logo encontramos o Boliche.
A
primeira visão que tivemos após a onda de roupas pretas segurando copos, latas
e baseados, foi a de dois marmanjos, sei lá eu se de brincadeira ou não,
brigando. Quer dizer, um deles pisava na cabeça do outro, que devia de ser mais
imbecil do que o agressor. Pois, quem vai ter que comprar uma dignidade nova
depois de rolar no capim úmido e cheio de terra e ser humilhado em público na
frente de um bando de gurias bem bonitas?
Isso por causo
de quê? Por causa de cachaça né?!
- É por casas de cachaça né.
- E quantas você bebeu?
- Só bebo latinha!
- Umas quatro.
***
Ah, só pra variar, outra vez eu saí de
casa sem qualquer documento! Claro que não queriam nem saber dos meus
documentos na hora, mas, e para sair de lá?
No
início o Gordo Paulo foi dar um oi por lá e eu não iria ficar andando para lá e
cá pendurado no Ezegarde. Passei um tempo assistindo aos shows, sozinho, me
aproximando cada vez mais do monte de gente. Então, me sentindo muito
randômico, uma coincidência: No início destes registros, lá sobre a aula de
Latim... Tinha uma guria. E não é que agora ela surgia do meio da massa? Foi
uma coincidência legal, sei lá. E não foi apenas ela, das Letras, colegas e ex,
que eu encontrei! Realmente não esperava, com exceção do Michel, encontrar o pessoal
curtindo um rock ‘n.
Em meio a me
sentir ligeiramente desajustado – que engano...! –, já que eu estava
respondendo a alguém que eu estava sozinho,
em um festival, resolvi me reencontrar com os guris. O resultado disso?
É aqui que tudo se encaixa. Eu havia
dito diversas vezes ao Paulo, mas o animal de tetas não entendera. Entre as
bandas da noite, estava a “BABY DOLL”. A princípio eu não acreditei, já que isso
seria a coisa mais absurda que eu poderia querer para uma noite fora dos
planos. Mas era mesmo! A “NEW HELL” entrou com a gente no carro, os deixamos sei
lá eu onde, e o próximo destino era retornar a Rio Grande, tão rápido quanto
possível.
– Pra quê? Para
o Paulo pegar o sutiã.
PEGAR O SUTIÃ Õ/
[Informação adicional para o Blog]: Há
uns meses, nos passeios pela madrugada, o amigo gordo me mostrou um álbum muito
escroto; um álbum diferente e bom demais. Era “BABY DOLL”. CD Original, que ele
conseguiu no prévio show da banda aqui em Rio Grande. Neste fatídico dia, o Gordo
dançou no palco vestindo apenas cueca e sutiã.
O Sutiã Lendário
ainda existia, e fomos, mesmo, até Rio Grande, apenas por causa dele.
– Eu não
conheceria “DOLL” se não fosse pelo sutiã... XD
Retornamos exatamente quando a banda
começava o show. Da rua se ouvia a introdução da "CIDADE DO PECADO". “POHA
MUITO FODA!”. Eu quase não entrei, já que foi um loading para lembrarem que eu
estava no festival. – Crianças, SEMPRE andem com seus documentos. – Não que eu
vá me lembrar de seguir este conselho, anyways...
O
Paulo passou com nossa garrafa de Uísque por debaixo de um moletom. E não
bastasse esta garrafa, a banda jogava mais do mesmo álcool na boca do pessoal
lá embaixo.
Prosseguindo...
Além de Uísque, um taco de beisebol e uma vagina de borracha, em meio às
músicas libertinas, tinha isso:
[MISSION
ACOMPLISHED!]
– Valeu GORDO BIZARRO!
Senti pena de quem não conhecia a banda;
porque, para mim, ao menos, a melhor parte da noite, e meu objetivo era apenas curtir o show e levar um CD
deles. Berrei Cantei as músicas até levar um CD.
O que me faz escrever aqui e mesmo mais
tarde postar no Blog é simplesmente a existência destes MODAFUQUERS que estavam
no show comigo, e essa foto aí encima. Porque, depois disto registrado, o que
eu posso registrar? Cantamos música atrás de músicas da “IRON-MAIDEN” "DESPAIR OF THE DARK", claro que não podia faltar. / E jaqueta jeans do Thomas – o vampiro
da combustão instantânea –, se tornou uma bandeira, de tão alargada que ficou após o
Paulo a vestir e pular por horas. – Se f*** Thomas, nem lavando e voltando no
tempo a tua jaqueta se salva HIHIHIHIHI *------*.
***
Enfim. A noite tem fim – e nos queríamos
ir embora! O Thomas e a sua um dia jaqueta pegaram um ônibus na
integração, o Ezegarde chegou cinco minutos antes de a sua (o quê era mesmo?) o
“acordar”, e, sobre eu e o Paulo, ainda ficamos comendo chips e assistindo televisão. – Nada mais justo que um cartoon americano de piadas sem graça.
- Até o próximo festival.
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