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– NaNiKaNaNaNiKaNaNaNiKaNaBonJuaKoNe!!
– Então, qual a carta de hoje?
– “Enquanto ‘THE SANCTUARY IN THE
SKY’ existe de face para cima no campo, você pode descartar um monstro LIGHT ao
cemitério para destruir todos os monstros que o seu oponente controla".
– Sério, todos, todos mesmo?...
– Sim, todos!
– ...Que efeito devastante! Sugoiiiiiiiii! =P
YGOWE
T1C2PtII – RESPLANDEÇA! A DESCIDA DO ARQUILORDE!
– Três cartas são compradas?!
– Sim, eu compro três; mas ainda tem um segundo
efeito! Pois quando enviadas do campo ao cemitério, para cada “7”, aumento os
pontos de vida em 700! Totalizando 2100pts! [Nino: 6700LP -> 8800LP]
Com uma mão nova, Nino fala triunfante – É agora
que o meu turno realmente começa! – ele tinha comprado o seu último “7”, e
agora, sua carta Às.
***
– Curioso para saber o que tenho em mãos?
– Nino sorria tão confiante e abertamente que inspirava medo. – A primeira
coisa a ser jogada é esta. Invoco uma vez mais ele, “WARRIOR OF ZERA”
(1600/1600)! E novamente surgia em campo o mesmo guerreiro de armaduras verdes
e uma manta vermelha.
“Outro deste?”, Juan imaginava o motivo.
– Para que esta carta serve afinal, apenas
apanhar?! – Perguntava Paulo, desconfiando de haver algo mais por trás de uma
mera invocação de um monstro sem efeito. No entanto, aos seus olhos, a carta
ainda era apenas um vanilla, e ocupando
no mínimo dois espaços em um deck.
– Então vamos! Tributo meu “WARRRIOR OF
ZERA” para trazer a campo sua suprema evolução! Resplandeça “ARCHLORD ZERATO”
(2800/2300)!
Dos céus do palácio, um halo de luz
atingia o guerreiro. Por um momento podia-se notar que, em meio à ofuscante
claridade, a criatura em meio ao raio luminoso ganhava uma nova forma. Então
subitamente o halo se dissipa, assim revelando um imenso par de belas e
brilhantes asas cruzadas entre si. Segundos após a revelação das asas, estas se
abrem violentamente, como resultado, lançando fortes correntes de ar ao seu
redor. Ninguém envolvido com o duelo parecia ter palavras para descrever a
forma angelical exposta no campo de batalha.
Por um momento as preocupações
desapareceram da mente de Juan; produto da admiração que o Arquilorde provocava
em todos ali presentes.
– Olá ZERATO, seja bem vindo – Nino
cochichou enquanto a sua criatura Às começava a levitar sob o piso da arena.
– Vocês já tinham visto esse bicho
antes?! – silvou Paulo por entre os dentes, estarrecido.
– Esta é a segunda vez que o vejo –
respondeu Ruan, ainda sem desviar seus olhos do Arquilorde. – Jonas é quem teve
a sorte de sempre presenciar a invocação do “ARCHLORD ZERATO” – e não “bicho”,
Paulo – algumas vezes mais do que eu.
– Essa é a primeira vez que vejo também
– respondeu Juan.
– Vamos seguir em frente? – Nino falou
monotonamente enquanto analisava sua mão. – Eu ativo agora a habilidade
especial do meu Arquilorde! – ele revelava uma carta. – Por descartar um
monstro do tipo LUZ da minha mão enquanto eu controlo a carta de campo “THE
SANCTUARY IN THE SKY”, posso destruir todos os monstros sob o seu controle. E eu
descarto esta: “ZERADIAS, HERALD OF HEAVEN” – Nino descartou a carta e ergueu
uma de suas mãos para o campo adversário. – Agora, “ARCHLORD ZERATO”, sobrepuje
com JULGAMENTO DIVINO!!!
De repente o céu, então turvo, brilhava
em fulgor. Formava-se uma imensa e radiante parede de luz envolta das trevosas
criaturas em campo de batalha. Em segundos, mesmo o imenso “DESPAIR FROM THE
DARK” desintegrava-se com extrema facilidade.
“Que
poder...!”, Juan apenas podia assistir; seu campo vazio, sem qualquer
proteção, e lhe restando apenas duas cartas em mãos. Com a volta de todo o
esplendor de “THE SANCTUARY IN THE SKY”, ele imaginava se haveria como virar
este duelo no próximo turno, isto é, se houvesse
um próximo turno.
Mas haveria. – Meu Arquilorde ainda não
atacou – Comentou Nino, trazendo a atenção do adversário. Ele encarava sua
última carta em mãos com um olhar sinistro. – “ARCHLORD ZERATO”, ataque agora! ONDULAÇÕES SAGRADAS!!!
A criatura,
após varrido os monstros adversários, suntuosamente lança-se contra os céus;
sua longa lâmina refletindo a luz admirável que o fio capta. Suas asas batem
contra o ar uma única vez, causando uma agradável lufada contra o adversário. Milésimos
depois, o ataque! Os olhos não acompanhavam a velocidade da forma angelical.
Ela retorna graciosamente á sua posição primária, ostentando a derrota sob a
sua forma mais bela. [Juan: 4000LP -> 1200LP]
– Vou fazer
set disto e encerrar meu turno – concluíra Nino, posicionando sua última carta.
– Nunca imaginei que ele pudesse ser
tão bom jogador assim – comentava Paulo. – Estas cartas do [AST] já têm alguns
anos, não?
– Sim – ambos os outros dois duelistas responderam. – Isso é o porquê de
o Nino possuir todas estas cartas e jogar tão precisamente com o baralho. Levou
um bom tempo para ele conseguir, mas enfim, olha o resultado: – Jonas continuou
– Nunca vejo o Dudu perder, mas duvido muito ele se recuperar dessa.
– Jonas, eu vou me recuperar – Respondeu Juan. Ele
comprou sua carta e imediatamente sorriu. – Nino – disse ele, soltando uma
risada afetuosa. – Lembra dessa? Você que me deu!
– O quê? Vais usar uma... “SOUL-ABSORBING BONE TOWER”?! Adivinhava Nino.
– Não uma. Na verdade, duas! Agora faço invocação especial da minha
primeira pelo efeito da “CALL OF THE MUMMY”, e então, aqui, a segunda “SOUL-ABSORBING
BONE TOWER” (400/1500)!
Erguem-se do solo duas gigantescas torres negras, construídas de ossos e
restos pútridos. Ambas as torres estão cercadas de duendes de aparência
cadavérica. Também, as almas destas criaturas circulam fora de seus corpos
entre uma torre e outra.
– A seguir, ativo o que espero derrubar seu Arquilorde. “Também, não me resta mais nada para
apostar”, ele concluía. – Jogo com a carta mágica “BOOK OF LIFE”! Por
selecionar e remover do jogo um monstro em seu cemitério, isto me permite
trazer de volta a vida um monstro do tipo Zumbi que está no meu. Eu removo o
seu “ZERADIAS, HERALD OF HEAVEN”; reapareça, “DESPAIR FROM THE DARK”, modo de
ataque!
– Ele planeja destruir seu monstro junto com o “ARCHLORD ZERATO” do Nino! –
Jonas disse levando as mãos à cabeça.
– E o que restava para o Dudu com apenas estas três cartas... Se ele não
fizesse exatamente este movimento, mesmo que arriscando cair sobre a carta
invertida do Nino, seria como simplesmente esperar o “ZERATO” ativar o seu
efeito outra vez. A prioridade é tirar o Arquilorde do campo.
– É verdade. É o melhor que o
Dudu pode fazer – concluía Paulo.
– Agora é ativado o efeito de ambas minhas “SOUL-ABSORBING BONE TOWER”!
Quando um monstro do tipo Zumbi é invocado por invocação especial, duas cartas
do topo do seu deck são enviadas ao cemitério. E como controlo duas “TOWER”...
– Nino enviava quatro cartas do topo do seu deck antes de Juan terminar a fala.
– “DESPAIR FROM THE DARK”, ataque! “Espero
que funcione”. Juan orava por si mesmo, assistindo ao seu monstro partir de
imediato em direção ao Arquilorde.
Com toda a sua grandeza, no momento exato ao que as garras fantasmais do
desespero o alcançariam, “ARCHLORD ZERATO” colidiu contra a criatura adversária
causando um forte clarão. Ao fim do flash, nenhuma das criaturas restava em campo.
– Para finalizar meu turno, ataco diretamente com minhas duas torres –
Ordenava Juan, enquanto que duas pequenas rajadas negras eram disparadas contra
o adversário. [Nino: 8800LP -> 8000LP].
– Grande dano, não? – Juan se ria
sozinho, imaginando quanto mais tempo iria demorar à sua derrota chegar.
– Minha vez – Nino compra sua carta, e a invoca, fazendo surgir em campo
uma anja de cabelos compridos e grandes asas, caracterizada pelas três orbes
flutuantes que a acompanham. – Acho que você conhece esta famosa carta –
comenta Nino – “THE AGENT OF CREATION – VENUS” (1600/0).
– Sim, eu já ouvi um pouco sobre os agentes,
mas nunca esperei por você os usando – confessou Juan. – É uma agradável
surpresa ter a chance de observar uma "VENUS” –, disse ele – mas o que
mais você poderia fazer neste turno com isso?
– Bom, eu não posso te atacar, certo? –
certificava-se Nino sobre o efeito especial das torres adversárias.
– Pois é; enquanto eu controlar outro
monstro do tipo Zumbi, “SOUL-ABSORBING BONE TOWER” não pode ser selecionada
como um alvo de ataque.
– Legal isso! Mais uma vez Paulo
observava. – Ao mesmo tempo em que uma torre não pode ser atacada, a outra
também não pode! Mas mesmo que elas não possam ser atacadas..., isso não
significa então que o Nino poderia atacar diretamente? Quer dizer...
– Paulo, você é um grande observador –
Juan elogiou. – Mas há algum tempo houve uma alteração sobre uma regra que diz
respeito a situações exatamente como estas. Antes poderíamos atacar diretamente
mesmo que o adversário controlasse duas criaturas com o mesmo efeito tal como
as minhas torres; mas isto é passado, agora podemos usar esta jogada como uma parede
invisível aos ataques adversários.
– Ok Dudu, eu só queria me certificar
mesmo. Vamos acabar logo com isso, então – Nino irrompeu de sua quietude. – Os
meus pontos de vida estão muito altos; mesmo que conseguisses me bloquear por
mais alguns turnos, as nossas vidas já mostram o resultado, correto?
– Infelizmente, correto, Nino –
respondeu Juan. – Se realmente existe maneira de por fim neste duelo agora,
então, por favor, termina com isto logo; pois o máximo que eu poderia fazer
seria prolongar o nosso jogo e esperar para que a sorte me respondesse – ele
continuou – E mesmo que eu vencesse aqui com um golpe de sorte, a este ponto do
jogo, isto estaria certo? Entende...?
– O Dudu está desistindo? – Perguntou
Jonas.
– Não, ele não vai precisar – respondeu
Nino. – Acho que esta partida é minha, sim, e é neste turno!
Ambos os duelistas se encararam rapidamente e, então, Nino prosseguiu. –
Por pagar 500lp, ativo o efeito da “THE AGENT OF CREATION – VENUS”, me permitindo
chamar da mão ou baralho uma “MYSTICAL SHINE BALL” (500/500); e tenha em mente,
Dudu, que eu vou usar este efeito duas vezes. [Nino: 8000LP ->7000LP].
Duas límpidas esferas de energia descem
das nuvens ao campo.
– E como que mais dois monstros vanilla vão terminar com esta partida?
– Paulo, vocês cismou com esta palavra!
– Reclamou Jonas.
– É que... Tu sabes né Jonas? Vanilla = baunilha! O gordo ria
novamente, lambendo os beiços em deboche.
– Fim; é hora de revelar minha carta
armadilha! – Nino capturou a atenção novamente. – Dudu, ótima partida! Mas este
tipo de ataque não poderá ser evitado pelas suas torres – Nino alertou ao virar
a carta final. – Eu selo o nosso jogo com esta, “SOLAR RAY”!
– O que isso faz?!
– Com ela, eu inflijo 600pts de dano ao
adversário para cada monstro de atributo LUZ que eu controlo com a face para
cima!
– Outra incrível jogada! – disse Juan,
observando todas as cores da aurora preenchendo o céu do santuário enquanto os seus
pontos de vida desapareciam; assim como também desaparecia o cenário da carta
campo. [Juan: 1200LP -> 0LP].
– Ótima partida mesmo, mas para você né? – Juan disse quando alcançou
Nino para um sincero aperto de mãos, sem perceber o quanto de ambigüidade
gerava o seu comentário. Por um curto momento Nino imaginou que o seu último
adversário estava profundamente chateado, mas percebeu que aquilo era apenas um
elogio mal expressado. Mesmo em derrota, o duelo havia sido uma grande
experiência. Disso ele tinha certeza.
Quando eles desceram da plataforma,
Ruan já os aguardava com uma das pastas em mãos. – Nino, já sabes o que vai
pegar daqui? – ele perguntava enquanto tamborilando os dedos sobre o item repleto
de cartas raras.
– Claro! Sei sim! Respondeu Nino, ajeitando
o seu boné e abrindo a pasta. – É esta aqui! – ele apontou.
– Bom duelo, mesmo – Ruan disse, entregou
a carta. Logo, lançou um olhar duradouro sobre o outro duelista. – Hã... Dudu?
– Fale – Juan respondeu desviando o
olhar pata um duelo que ocorria ao longe, no outro lado do domo.
– Não queres uma carta também?
– Isso pegou Juan desprevenido; ele
apontou para si mesmo antes de responder: – Bom, eu perdi o duelo, e ainda
assim...
– Apenas aceita – Interrompeu o outro,
estendendo-lhe uma carta. – Vou te passar ela; metade do valor, e não
precisamos acertar agora – por fim disse Ruan, quem não perderia a chance de
fazer negócio... – Pode ser?
– Ah, claro –, ele respondeu enquanto guardava a sua mais nova carta, “POT
OF AVARICE”, junto de suas outras. – É realmente uma boa adição para o baralho
– completou.
***
Passadas 16h00, Ruan saia do carro direto à sua casa. Segundo ele,
compromissos. Segundo os outros, “pretexto para evitar pessoas”.
***
Com todo o fim da tarde a frente, Paulo
dirigia com os outros duelistas até a casa de Jonas, onde enfim ele adquiriria
o seu baralho.
– Então – o motorista disse – o nome da
carta é “COMMAND KNIGHT”? Tens também, Jonas?
– Só tenho uma.
– E ai guris, ao menos mais uma dela
por aí? É rara? – Paulo perguntava decidido. Ele queria porque queria repetir a
jogada das “SOUL-ABSROBING BONE TOWER” em um deck de Guerreiro.
– Paulo, não que sejam raras, mas são
bem valiosas – respondeu Juan, sinalizando, com os dedos, possuir duas cópias
da carta. – E quando eu digo que são valiosas, são valiosas mesmo. Os guris estão de prova aí. Mas eu te passo.
– E o que queres por elas... Te pago a
tua divida com o Juan, pode ser?
– Ok. Considere isso um presente, ainda
assim.
***
Então à noite, depois de ido e vindo de
casa em casa em buscas das cartas para o seu baralho, Paulo possuía quarenta
cartas em um deck; ele estava eufórico para testar algumas jogadas ensaiadas,
mesmo que, em prática, nada disso fosse além de equipar monstros com uma
tonelada de cartas mágicas. – E aí, quem joga comigo? – ele perguntou.
– Bom, o Nino já foi, e eu estou
enjoado disso, sério. Tu sabes da minha aversão por Guerreiros, e, também, já
joguei hoje... – dizia Juan, apontando para a figura curvamente sentada na
frente do computador. – Sabes de quem é a vez de jogar, certo?
– Ok... Ao menos vou ter a minha revanche – disse Jonas, rolando sua
cadeira confortável até uma mesa disposta com cartas espalhadas e buscando seu baralho.
– Esta na hora de testar como fica um deck com 45 cartas! – disse ele, pausando
seu jogo.
– Jonas, antes, me dá teu deck aqui outra vez; quarenta e cinco é muito
ainda, meu! – disse Juan, abruptamente avançando e retirando mais da metade do
deck das mãos do amigo. – Olha! Esta aqui já pode sair. Faltam apenas mais
quatro – disse ele, segurando uma carta em posição de rasgá-la.– Cara primeiramente, não rasga
minhas cartas. Segundo: NÂO! Eu já
tirei cartas demais, e, sabes que eu não gosto que mecham no meu baralho. Sai
fora! – reprovou Jonas, recuperando o seu deck com agora quarenta e quatro
cartas. Faltava uma carta, mas, sem dúvidas, aquela não seria entregue.
– Cara, isso é muito ruim, sério mesmo; pra que tu vais querer... –
dizia Juan, quando de repente batidas ao longe interromperam a discussão no
quarto. Uma voz inesperada e conhecida chamava do lado de fora da casa.
– O que ele quer aqui à noite?! – Jonas disse, disparando para o
corredor que levava ao portão. Paulo e Juan seguiam logo atrás.
– Jonas. Escuta. Eu preciso fazer um duelo. Preciso agora. E aí, topas?
– Dizia Ruan, pausadamente, assim que o portão se abria mais, iluminando
vagamente a sua face.
– Duelar? – Jonas sorriu. – Entra aí – ele disse. – Gordo, acho que
conseguimos o teu adversário – ele completou, enquanto girava a chave de volta na
fechadura.
~[continua...]~
Enfim,
postado XD
Bom, espero
que tenham gostado e que estejam curiosos para ver como será o deck do Ruan,
tanto quanto como vai ser o comportamento do baralho do Paulo – embora saibamos
muito bem como é que funciona aquela
– ou essa – estupidez.
Por fim.
Uma das atividades que estou pensando em me dedicar aqui no blog é à tradução
de artigos do Jason Grabher-Meyer.
Por esta razão, se alguma vez vocês realmente precisaram comentar algo aqui,
saibam que agora É o momento. Aguardo comentários de todos vocês. Um “boa
idéia” ou “péssima idéia” já é o suficiente. Mas EXPRESSEM algo sobre.
– Confesso que estou bastante empolgado com esta possibilidade XD
Agora, o
preview:
YGOWE
T1C2PtIII – MÚSCULOS VS TÁTICAS
– Talvez
agressão demais seja, ao fim, uma tática efetiva, não é?
– Pois é!
Mas já imaginou ativar “MAGIC CYLINDER” agora?
[...]
– O que?!
Sério, repete. Quanto?! Mais de OITO MIL?!!!
* Chama o Jeremias pra essa P@rra!!!