"Do you think you'd sell your soul to just have one thing to turn out right? For the thousandth time you turn and find that it just makes no difference to try. Like Holden Caulfield, I tell myself there's got to be a better way. Then I lay in bed and stare at the ceiling – Dream of brighter days" [Get It Right – The Offspring]

domingo, 18 de dezembro de 2011

YGOWE T1C2PtI – PREPARAÇÃO: O MANIPULAR DO SANTUÁRIO ANTIGO

T1C1PtI AQUI / T1C1PtII AQUI  /  T1C1PtIII AQUI


– NaNiKaNaNaNiKaNaNaNiKaNaBonJuaKoNe!!
– Temos mais outra carta especial para hoje?
– Realmente inacreditável! Inacreditável! Inacreditável! Inacreditável! Inacreditável! Unbelievable! Inacreditável! Inacreditável! [...]
– PARA DE DIZER ISSO!
– Ok, desculpa. Mas é que é uma carta... INACREDITÁVEL \O
– Então temos?
– Sim! Como eu disse, é uma carta...

YGOWE T1C2PtI – PREPARAÇÃO: O MANIPULAR DO SANTUÁRIO ANTIGO


Então era sábado... Dentro de uma caminhonete quatro portas prata, além de Paulo, o motorista, estavam também Juan, Jonas e Nino. Eles haviam tirado o dia para jogar cartas juntos. Estavam visitando um excêntrico duelista chamado Ruan. Com exceção de Jonas, o que os outros sabiam deste garoto era apenas que ele possuía algumas ótimas cartas, que às vezes este tirava proveito do desconhecimento alheio quando se tratando de regras em duelos – usualmente omitindo ou até adicionando efeito às suas cartas – e, bem, que ele levemente parecia-se com a Mônica, dos gibis nacionais. : B

– Eu o vi apenas duas vezes – comentava Juan, relembrando seu duelo contra o garoto. Uma partida de quatro horas, onde, quase sem cartas em seus baralhos – nota: baralhos de sessenta cartas! – apenas uma das tantas “regras oficiais” do Ruan –, com ambos em seus limites fazendo de tudo para não serem derrotados, pela primeira vez eles compreendiam o conceito “top deck = derrota”. Juan venceu por pouco, simplesmente porque cedo ou tarde algum dos jogadores não compraria uma carta monstro. Para si, a vitória até podia ter algum valor, pois ele se sentia orgulhoso ao término de uma longa partida, com seus nervos completamente desgastados e a sensação de trabalho cumprido, uma das tantas gratificações em duelar. Mas, nas profundezas de si mesmo, tudo o que o duelista zumbi queria era um nova partida para esclarecer de vez quem era o melhor entre os dois.
 Em contrapartida, tudo o que o Ruan não queria era pôr as suas poucas partidas em risco duelando contra alguém tão perigoso quanto o auto-intitulado “melhor duelista que já vi”. Juan podia ser um grande exibido, convencido, muitas vezes arrogante até e, além, erroneamente prepotente. Contudo, por pior que a sua idolatria por si mesmo fosse o seu problema, e que às vezes exagerasse ao apostar tanto em si mesmo, ninguém podia negar que ele fizera por onde a adquirir sua reputação de grande duelista. Isto repercutia no espírito de quem quer que fosse duelar contra ele.
Quebrando o pesado silêncio que se formava no automóvel, Paulo limpava a garganta ao falar – E aí Jonas, então nós vamos fazer o deck depois?
– Claro. O Dudu nos ajuda a criar um deck pra ti! – Ele responde à inquisição do motorista. Ambos haviam feito um trato, inicialmente por causa das dívidas da última manhã. O combinado evoluíra até que Paulo propusesse cobrir as despesas da viagem ao próximo campeonato regional, enquanto que o Jonas concederia a sua coleção de monstros do tipo Guerreiro ao Paulo. Juntos, eles participariam do torneio do estado no fim do ano.
– Entendes de Guerreiros? – Paulo perguntou virado para o banco traseiro.
– Entendo sim. Mas, além de não ter experiência jogando e pouco saber sobre o toolbox que eles fazem, de boa, eu simplesmente odeio os monstros do tipo Guerreiro. Dá sono só de imaginar o deck! Juan fora desse esquema! Xô cartas de equipamento para longe de mim, ok?
– Porque, meu? Paulo perguntava teatralmente – Só porque eu sou gordo? É por isso? Seu racista!
Em meio às risadas, Juan mostrava-se sério; suas sobrancelhas unidas – Não cara, não é isso; é que... Sei lá! Apenas não gosto e deu. A última coisa que eu usaria em um baralho seriam monstros de força bruta e pouca técnica... – uma pausa. – A única que eu curto é a “D. D. WARRIOR LADY”!
– Certo Dudu, mas tem quem não goste dela? – virando a última curva, ele continua – Até eu que não conheço muito do jogo entendo o que ela significa. Aliás, posso fazer um baralho com quarenta cartas “D. D. WARRIOR LADY”? – Paulo gargalhava como se alguém achasse mínima graça. Então, engolindo o riso de vez pergunta: – Jonas, tu tens uma dessas pra passar, não é?

***

– Oi gente. Vagarosamente atravessando o portão, Ruan aparecia. O que traz vocês aqui?
– E aí Ruan! Jonas cumprimentava-o tão entusiasmado que, ao lado do garoto de pequena estatura, fazia-o parecer um corpo sem vida. – Bem, tais sabendo do campeonato regional que vai ter semana que vem em Porto Alegre?
– Sei sim. Estou indo. Vocês também? Quer dizer, algum de vocês vai?
– A GENTE VAI! Paulo deu um abraço de irmão urso no Jonas. Se não fosse devido ao caminhão que passava fazendo um forte barulho em frente, certamente todos ali teriam ouvido alguns dos ossos do Jonas se deslocando.
Consertando o ombro discretamente, Jonas prossegue. – Pois é. Viemos aqui justamente por causa disso. Ainda terias algumas cartas para negociar?
– Ah, ok. Só um momentinho que vou buscar as pastas e já volto. Ruan saiu arrastando os chinelos como um velho.
– Cara, eu quero duelar com ele. Sabe o que é esmagar? Pois! – Juan batia seus punhos um contra o outro.
         – Sei não, mas eu duvido que alguém que veste calças de moletom e chinelinhos esteja com espírito para duelar – Nino observava.
         –É – Juan fez uma careta.

Passado alguns minutos, a pequena figura reaparece, desta vez trazendo duas pastas enormes entre os braços.
         “Isso aqui é baba?!”, Juan pensa logo ao segurar a pesada pasta e tocar na superfície molhada. – Ruan, gripe? – ele perguntou.
         – Ah, sim, Dudu. Das terríveis – Ruan responde levando a manga do casaco cinza à face.
         “Então talvez nem seja baba aquilo... Mas, se não for..., o que... Ah! Germes!”. O reflexo era passar a pasta adiante.

         Outros minutos depois, com algumas cartas já separadas, Juan, Paulo e Jonas conferem os preços. Nino seguia sem alterar seu baralho, mas, por mais que estivesse afastado das transações, mantinha o olhar decidido sobre a folha da pasta em suas mãos, provavelmente por causa de uma carta.
– Estas aqui estão todas para negociação, mesmo? – perguntou Nino, sem tirar os olhos do que tinha à frente.
         – Sim, todas daí estão – Ruan respondia com a sua voz um pouco rouca, um pouco fanha, robótica e cansada. A seguir, do fundo do seu ser, ele fungou única e violentamente. A impressão que se tivera fora a de que ele havia estourado uma de suas veias nasais.
– Ruan, e aí, vamos duelar?
         – Dudu – uma pausa. Responde uma coisa: Que parte do eu estar com uma gripe terrível tu não entendesse?
         – Só se primeiro tu me responder essa: Como que, faltando uma semana para o tal campeonato, tu simplesmente não joga? A gripe te impede de por cartas na mesa?
         – Sim, ela impede. Impede-me de eu me sentir bem, também. No entanto... – um espirro –... Nino?
         – Oi – Tirando o boné por um tempo, ele respondeu em prontidão, pela primeira vez descolando os olhos da pasta.
         Ruan prosseguiu: – É impressão minha ou tais namorando uma das cartas da minha coleção do [DARK CRISIS]?
         – É sim, só tua impressão! Ele fechou a pasta entregando-a.
         – Ah, que pena. Porque por mais que eu não esteja em condições de jogar, eu ainda poderia assistir a um duelo, certo?
Apontando para o Juan, prossegue – E já que este macaco aqui está se coçando tanto para duelar, eu pensei que vocês poderiam jogar. O que acham sobre o vencedor da partida levar uma carta da pasta, à escolha?
         – Sério? – Nino pulou do muro completamente inclinado a aceitar o duelo.
         – Dudu? – Nino encarou-o. Em resposta, Juan apenas arqueou as sobrancelhas e sacou seu deck.
         – Então está combinado – Ruan levava a manga de sua camisa uma vez mais à face; outro espirro.
         – Guris. Vamos realizar a partida em um lugar adequado, disse Paulo. Abrindo a porta do carro, alertou: – Ruan, se tu sujar o carro eu te jogo pela janela.

***

         O duelo se realizaria nas plataformas de duelos conhecidas como DOMO-D. Acoplado à construção principal do shopping da cidade, era uma área fechada que cobria a praça de alimentação e algumas lojas de cards diversos. O espaço era destinado principalmente para duelos. E a prova disso, embora neste dia fosse atípica a fila de espera, era que, ainda mais durante finais de semana, as chances de chegar ao espaço e logo adquirir uma plataforma, eram chances vistas como milagres.
Jonas, Paulo e Ruan tomavam seus lugares para assistir ao inicio do duelo. – De que o Nino joga? – perguntou Paulo.
– A pergunta não seria “de que”, mas “com o que” ele joga – Jonas disse, sustentando uma pose facial enigmática.
– Como assim?
– Gordo, o baralho do Nino é composto de cartas de apenas uma coleção, [ANCIENT SANCTUARY] – interveio Ruan. – Ele manipula todas as melhores estratégias lançadas neste Set.
– E isso é bom? – Paulo se interessara.
– Bem, eu não gosto de me limitar a apenas uma coleção – disse Ruan. – Na verdade, o único Duelista que eu vi usando apenas um Set foi de fato o Nino. Talvez o deck dele fosse melhor se ele abrisse mais opções em seu baralho – o menino gripado analisava. – Porém, jogando por tanto tempo com as mesmas cartas, o que acontece é que o Nino consegue manipular bem as suas compras. Eu diria, simplesmente, que ele está sintonizado com o deck a um ponto o qual são pouquíssimos os duelistas que alcançam antes de, novamente, alterar o baralho. E sim, isto é bom; muito bom. – completou.

DUERU!!

Ambos os duelistas possuíam as cinco cartas em mãos. Decidido, Nino abre a partida comprando sua sexta carta. A sua expressão, em resposta à carta puxada, deixou transparecer alguma confiança. Aos olhos de Juan, aquilo só podia significar que alguma estratégia habitava desde cedo as idéias adversárias.
– Eu ativo a carta mágica de campo conhecida pelo nome de “THE SANCTUARY IN THE SKY”!
O ambiente de duelo transformou-se no topo de uma montanha tão alta que o pico ultrapassava a altura das nuvens. Ao longe, erguia-se uma arena de arquitetura clássica. Diversos dos mais conhecidos monstros de duelo apareciam convivendo pacificamente entre si, nesta construção. À frente disto, em uma área quadricular e rodeada por colunas gigantes, ambos os duelistas se encaravam.
– Majestoso, não? Nino se gabava da beleza do palácio-arte em sua carta. Lançou uma ligeira olhada à mão e, separando duas cartas, continuou o seu turno. – Agora invoco aquele quem persegue o sagrado poder arquilorde! Apareça: “WARRIOR OF ZERA”! (1600/1600). Surgiu em campo de batalha uma esbelta e disciplinada musculatura. Um par de luvas verdes, uma leve armadura e um elmo da mesma cor. Faziam parte dos adornos do guerreiro, um longo pano escarlate e uma espada que causava inquietação a qualquer um que se pusesse a observá-la. Ao topo disto, no elmo da criatura, revelavam-se dois curtos chifres. “Estou contando com esta carta para terminar este duelo o mais logo possível”, pensou Nino, antes de posicionar uma carta invertida e encerrar a sua vez.
– Uma carta campo? – Paulo observava. Acho que já ouvi sobre as cartas desse tipo. Elas alteram o terreno da batalha proporcionando efeitos especiais para ambos os jogadores, não é?
– Boa a observação – Ruan replicava. – O interessante é que, enquanto o campo estiver na partida, os pontos de vida do Nino estarão protegidos mesmo que ele perca os seus monstros durante a batalha.
– Então este campo tem como característica a proteção aos pontos de vida?
– Sim, basicamente – Ruan conclui. “Pode ser que o campo tenha o papel de proteção neste primeiro turno da partida. Mas é interessante também utilizá-lo não apenas se limitando ao efeito de defesa. Aliás... Por que o Nino jogaria seu campo se ele não controla criaturas do tipo Fada?”... Ruan fizera uma descoberta “Entendi. Acho que sei o que está por vir; não poder ser...!”.
         – Minha vez! Juan puxou do baralho. – Ativo a mágica “CALL OF THE MUMMY”.
– O que vai invocar desta vez? – Ambos Paulo e Jonas perguntam simultaneamente, acostumados com o efeito da carta.
– Eu não sei, mas vamos descobrir agora – respondera Juan, sob o topo da íngreme colina. Minha próxima carta é a mágica “RELOAD”. Adicionando minha mão ao baralho, isto me permite que eu embaralhe o deck e compre o mesmo número de cartas que eu tinha. Traduzindo, uma nova mão! “Vamos deck”, o duelista compra quatro novas cartas.
– E aqui está! Eu estava apostando na “CALL OF THE MUMMY” – revelou Juan. – Isto foi o porquê eu a ativei antes de retornar minhas cartas ao baralho. Pois, ativando o efeito desta minha mágica contínua, agora, eu o invoco – venha! “DESPAIR FROM THE DARK”! (2800/3000). – Também, jogo com, digamos – ele sorriu – uma pequena criaturinha. Apareça agora, “FEAR FROM THE DARK” (1700/1500).
Ao lado da apavorante criatura que, por simplesmente se revelar, transformara os céus do Palácio em nuvens turvas e escuras, surgira também uma sombria criatura tal como em semelhança ao desespero atravessando os céus. A forma menor se escondia atrás de uma cripta.
– Conheço o efeito especial da carta campo – Juan denunciava ao entrar em fase de batalha. – Você não recebe dano de batalhas durante o cálculo se um monstro do tipo Fada está sendo destruído. Entretanto isto não irá salvar os seus pontos de vida. “FEAR FROM THE DARK”, ataque! Em um rápido movimento a esguia criatura saia por detrás da cripta e avançava sobre o guerreiro ZERA. Não havia rapidez suficiente em seus movimentos para evitar a destruição. [Nino: 4000LP -> 3900LP]
Imediatamente após o dano de batalha, Nino inclina seu corpo à frente demonstrando estar prestes a ativar uma carta armadilha. – E aí Dudu, vai atacar diretamente? – ele provoca.
Juan notara a posição do adversário e naturalmente desconfiara dela, mas concluíra que não perderia a chance de lançar um poderoso ataque diretamente contra a vida do adversário. – “DESPAIR FROM THE DARK”, ataque diretamente!
– Opa, não tão rápido! – a carta armadilha se revelara. – Eu ativo “DRAINING SHIELD”. A gigantesca lugubridade chocara-se contra uma barreira especial, provinda do escudo o qual Nino empunhava a frente ao corpo. – O seu efeito é converter os pontos de ATK, de um monstro adversário, que ataca, em pontos de vida! [Nino: 3900LP -> 6700LP].
– Acho que encerro meu turno por aqui. Juan disse, levando as mãos ao rosto; pura preocupação. “Eu não deveria estar tão nervoso, certo?”, ele imaginava. “O que é esse estranho pressentimento então?” Nino sustentava uma posição ansiosa.
Nino compra uma carta – É meu turno então! Não apenas pelo adversário, também entre aqueles que assistiam o combate, se notara a rápida feição de choque a qual o duelista entrou ao olhar sua compra.
“O que está acontecendo?!” Juan observou; a sua face úmida do mais frio suor.
Focando-se alguns segundos depois, Nino escancaradamente abre um sorriso. Dudu, o que você verá agora, como eu gosto de dizer, é uma trinca! Sabe o que isso significa?
“Não, isso não é possível!”, Ruan diz a si mesmo. – Eu esperava que ele fosse fazer, sim, uma grande jogada, mas não que ela começaria assim.
– Sobre o que o Nino está falando? Paulo indaga.
– Eu já vi isso antes! Empolgado Jonas se move inquieto de um lado para o outro. Parece levar a eternidade para que seu melhor amigo ponha as cartas sob a mesa.
Mas não levava. Imediatamente Nino ativou suas três cartas em seqüencia. – Dudu, já viu essa? Eu ativo agora uma carta contínua, ou melhor, três cartas contínuas. São conhecidas simplesmente por “7”! A trinca mágica!
Num momento, três símbolos numéricos apareceram em campo. Um momento depois, eles foram destruídos!
– O que exatamente estas cartas fazem, Nino? – Juan pergunta sem realmente querer saber a resposta.
         – Funciona assim – Nino explica. – Quando eu controlo três desta mesma carta sob o campo, elas são automaticamente destruídas e enviadas ao cemitério. E quando enviadas por este efeito, eu compro uma carta para cada uma destas destruídas.
– Três cartas são compradas?!
– Sim, eu compro três; mas ainda tem um segundo efeito! Pois quando enviadas do campo ao cemitério, para cada “7”, aumento os pontos de vida em 700! Totalizando 2100pts! [Nino: 6700LP -> 8800LP]
Com uma mão nova, Nino fala triunfante – É agora que o meu turno realmente começa! – ele tinha comprado o seu último “7”, e agora, sua carta Às.


~[continua...]~

Whats up guys! Vocês já sabem qual é a carta Às do Deck AST?

Também, uma perguntinha: “O que é um pescotapa?...” – Se sabem ou não, a verdade é que não importa.  Mas como o nome sugere... Só esperem até o próximo capítulo. Era isso o que eu queria dizer ^^'

Espero que tenham gostado até aqui. :3 Ando ansioso para adicionar os personagens de uma vez, então fica bem difícil ir com calma e me dedicar a apenas um episódio por vez XD

***

YGOWE T1C2PtII – RESPLANDEÇA! A DESCIDA DO ARQUILORDE!

         A criatura, após varrido os monstros adversários, suntuosamente lança-se contra os céus; sua longa lâmina refletindo a luz admirável que seu fio capta. Suas asas batem contra o ar uma única vez, causando uma agradável lufada contra o adversário. Milésimos depois, o ataque! Os olhos não acompanhavam a velocidade da forma angelical. Ela retorna graciosamente á sua posição primária, ostentando a derrota sob a sua forma mais bela.

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