Finalmente, sai da parte chata do
diário! - Por isso resolvi até postar no blog e compartilhar a minha experiencia XD
So... As primeiras horas após o amanhecer
foram calmas. Comi pães e assisti HIMYM. Nisso eu já tinha revirado o mais importante
do quarto. Coisas que eu deveria guardar em uma sacola e jogar no lixo antes
que outras pessoas chegassem aqui. E assim foi.
As 09h00, tudo na rua. Violão, Som, Computador,
Gato... Só ficou a cama, porque é gigante e não passava, e o Guarda roupa,
porque era desnecessário mexer. O próximo passo era tirar a velha cama que
ficava guardada embaixo da atual. Assim, puxei e a pus de em pé, e isso era às 09h10.
Nesse momento, apareceu a impressão de que havia muitas e muitas aranhas pelos confins
da cama. Assim, peguei fiz a volta e me certifiquei, dando um pulo pra trás ao
ver que “MUITAS” era a palavra inadequada para o que eu via. Logo catei a lata
de inseticida – nota, era contra insetos, não contra aracnídeos – e taquei
quase toda a lata. E o resultado...
[09h25]
As aranhas não morriam, e eu não queria chegar perto da cama. Então fiquei
esperando mais um pouco na rua. Nisso, taquei mais e mais inseticida. O que
saiu foi uma barata das profundidades. Tão escondida que aposto que o JIMO das
semanas passadas não alcançara ela...
[10h00...]
Eu ainda na rua, encarando a cama. Saíra uma aranha disco do asterisco do item, e fora todas fininhas que TAMBÉM NÃO MORRIAM
com a merda do inseticida.
* ->
aranha disco asterisco.
[10h20!]
O pai se indignou comigo e jogou a cama na rua – ele fez isso tão rápido que me
deu a impressão de que também estava com medo da cama.
[daí
em diante...] Entrei de mangueira, lavei o chão e fiquei ouvindo música deste
momento até o fim do próximo: Pintar as paredes.
– O dia em que eu quase morri torrado.
Mas voltamos um pouquinho...
Quando eu resolvi escrever, era porque eu não tinha mais
ânimo pra entrar no quarto. Ainda faltava pintar um pedaço da parede, e ainda
faltava pintar outro pedaço da parede
também. Eu estava no pátio né, lutando pra ficar acordado, muito, mas muito,
mas muito irritado mesmo, e a avó nos ouvidos dizendo que o quarto era seu e
que eu tinha de pintar todas as paredes. – Sendo que não iria pintar uma delas
e estava decidido que não mesmo.
Agora, porque eu estava tão de cara? Pra começar... Eu
estava bem feliz pintando. O piso que era uma lagoa, a tinta terminando e eu quase
terminando também. O notebook tocava músicas tais como “PARTY ROCK ANTHEM”. E
eu, perdido lá pelo fundo da mente, pincelando as paredes sem ao menos perceber
o que fazia... De repente vi A MORTE!
Sabe? O que eu recebi ali NÃO FOI um choque ou uma descarga elétrica. Eu fora ELETROCUTADO! E isso é muito diferente. –
A prova disso...? Dói mais, a língua dobra e você só consegue perceber o que está
acontecendo quando, após 10 segundos de descarga, você está gritando – isso
quando enfim o choque termina e a sua voz sai. O corpo inteiro tremendo.
Faltando apenas uns raiozinhos na poça onde seus pés descalços se encontram,
para que você não se ache o novo RAIDEN de 2012 (MK).
Outra coisa. Sempre foi assim aqui em casa: “Picada de
abelha ou choque? Há! Ficou mais calminho, né?”. HELL NO! Calminho era o ****
onde eu mandei a avó tomar antes de eu perceber o que estava falando. Eu
despejei um monte de palavrões e disse tudo que se possa imaginar, inconscientemente,
a fim de me acalmar. Pois calma era a única coisa que eu certamente não tinha após
quase ter tido meus órgãos internos liquidificados. A avó só ria. Logo, eu,
continuando a pintura agora rente ao chão, tive uma crise de risos também. Ao
fim disso o meu quarto estava a poucos passos do paraíso =D
Parece até histórinha da Mônica.
ResponderExcluirmuito bom ri muitoooooooooooooooo kkkkkkkkkk
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