"Do you think you'd sell your soul to just have one thing to turn out right? For the thousandth time you turn and find that it just makes no difference to try. Like Holden Caulfield, I tell myself there's got to be a better way. Then I lay in bed and stare at the ceiling – Dream of brighter days" [Get It Right – The Offspring]

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

YGOWE T1C2PtII – RESPLANDEÇA! A DESCIDA DO ARQUILORDE!

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– NaNiKaNaNaNiKaNaNaNiKaNaBonJuaKoNe!!
– Então, qual a carta de hoje?
– “Enquanto ‘THE SANCTUARY IN THE SKY’ existe de face para cima no campo, você pode descartar um monstro LIGHT ao cemitério para destruir todos os monstros que o seu oponente controla".
– Sério, todos, todos mesmo?...
– Sim, todos!
– ...Que efeito devastante! Sugoiiiiiiiii! =P

YGOWE T1C2PtII – RESPLANDEÇA! A DESCIDA DO ARQUILORDE!


– Três cartas são compradas?!
– Sim, eu compro três; mas ainda tem um segundo efeito! Pois quando enviadas do campo ao cemitério, para cada “7”, aumento os pontos de vida em 700! Totalizando 2100pts! [Nino: 6700LP -> 8800LP]
Com uma mão nova, Nino fala triunfante – É agora que o meu turno realmente começa! – ele tinha comprado o seu último “7”, e agora, sua carta Às.

***

         – Curioso para saber o que tenho em mãos? – Nino sorria tão confiante e abertamente que inspirava medo. – A primeira coisa a ser jogada é esta. Invoco uma vez mais ele, “WARRIOR OF ZERA” (1600/1600)! E novamente surgia em campo o mesmo guerreiro de armaduras verdes e uma manta vermelha.
         “Outro deste?”, Juan imaginava o motivo.
         – Para que esta carta serve afinal, apenas apanhar?! – Perguntava Paulo, desconfiando de haver algo mais por trás de uma mera invocação de um monstro sem efeito. No entanto, aos seus olhos, a carta ainda era apenas um vanilla, e ocupando no mínimo dois espaços em um deck.
         – Então vamos! Tributo meu “WARRRIOR OF ZERA” para trazer a campo sua suprema evolução! Resplandeça “ARCHLORD ZERATO” (2800/2300)!
         Dos céus do palácio, um halo de luz atingia o guerreiro. Por um momento podia-se notar que, em meio à ofuscante claridade, a criatura em meio ao raio luminoso ganhava uma nova forma. Então subitamente o halo se dissipa, assim revelando um imenso par de belas e brilhantes asas cruzadas entre si. Segundos após a revelação das asas, estas se abrem violentamente, como resultado, lançando fortes correntes de ar ao seu redor. Ninguém envolvido com o duelo parecia ter palavras para descrever a forma angelical exposta no campo de batalha.
         Por um momento as preocupações desapareceram da mente de Juan; produto da admiração que o Arquilorde provocava em todos ali presentes.
         – Olá ZERATO, seja bem vindo – Nino cochichou enquanto a sua criatura Às começava a levitar sob o piso da arena.
         – Vocês já tinham visto esse bicho antes?! – silvou Paulo por entre os dentes, estarrecido.
         – Esta é a segunda vez que o vejo – respondeu Ruan, ainda sem desviar seus olhos do Arquilorde. – Jonas é quem teve a sorte de sempre presenciar a invocação do “ARCHLORD ZERATO” – e não “bicho”, Paulo – algumas vezes mais do que eu.
         – Essa é a primeira vez que vejo também – respondeu Juan.
         – Vamos seguir em frente? – Nino falou monotonamente enquanto analisava sua mão. – Eu ativo agora a habilidade especial do meu Arquilorde! – ele revelava uma carta. – Por descartar um monstro do tipo LUZ da minha mão enquanto eu controlo a carta de campo “THE SANCTUARY IN THE SKY”, posso destruir todos os monstros sob o seu controle. E eu descarto esta: “ZERADIAS, HERALD OF HEAVEN” – Nino descartou a carta e ergueu uma de suas mãos para o campo adversário. – Agora, “ARCHLORD ZERATO”, sobrepuje com JULGAMENTO DIVINO!!!
         De repente o céu, então turvo, brilhava em fulgor. Formava-se uma imensa e radiante parede de luz envolta das trevosas criaturas em campo de batalha. Em segundos, mesmo o imenso “DESPAIR FROM THE DARK” desintegrava-se com extrema facilidade.
         “Que poder...!”, Juan apenas podia assistir; seu campo vazio, sem qualquer proteção, e lhe restando apenas duas cartas em mãos. Com a volta de todo o esplendor de “THE SANCTUARY IN THE SKY”, ele imaginava se haveria como virar este duelo no próximo turno, isto é, se houvesse um próximo turno.
         Mas haveria. – Meu Arquilorde ainda não atacou – Comentou Nino, trazendo a atenção do adversário. Ele encarava sua última carta em mãos com um olhar sinistro. – “ARCHLORD ZERATO”, ataque agora! ONDULAÇÕES SAGRADAS!!!
A criatura, após varrido os monstros adversários, suntuosamente lança-se contra os céus; sua longa lâmina refletindo a luz admirável que o fio capta. Suas asas batem contra o ar uma única vez, causando uma agradável lufada contra o adversário. Milésimos depois, o ataque! Os olhos não acompanhavam a velocidade da forma angelical. Ela retorna graciosamente á sua posição primária, ostentando a derrota sob a sua forma mais bela. [Juan: 4000LP -> 1200LP]
– Vou fazer set disto e encerrar meu turno – concluíra Nino, posicionando sua última carta.
         – Nunca imaginei que ele pudesse ser tão bom jogador assim – comentava Paulo. – Estas cartas do [AST] já têm alguns anos, não?
– Sim – ambos os outros dois duelistas responderam. – Isso é o porquê de o Nino possuir todas estas cartas e jogar tão precisamente com o baralho. Levou um bom tempo para ele conseguir, mas enfim, olha o resultado: – Jonas continuou – Nunca vejo o Dudu perder, mas duvido muito ele se recuperar dessa.
– Jonas, eu vou me recuperar – Respondeu Juan. Ele comprou sua carta e imediatamente sorriu. – Nino – disse ele, soltando uma risada afetuosa. – Lembra dessa? Você que me deu!
– O quê? Vais usar uma... “SOUL-ABSORBING BONE TOWER”?! Adivinhava Nino.
– Não uma. Na verdade, duas! Agora faço invocação especial da minha primeira pelo efeito da “CALL OF THE MUMMY”, e então, aqui, a segunda “SOUL-ABSORBING BONE TOWER” (400/1500)!
Erguem-se do solo duas gigantescas torres negras, construídas de ossos e restos pútridos. Ambas as torres estão cercadas de duendes de aparência cadavérica. Também, as almas destas criaturas circulam fora de seus corpos entre uma torre e outra.
– A seguir, ativo o que espero derrubar seu Arquilorde. “Também, não me resta mais nada para apostar”, ele concluía. – Jogo com a carta mágica “BOOK OF LIFE”! Por selecionar e remover do jogo um monstro em seu cemitério, isto me permite trazer de volta a vida um monstro do tipo Zumbi que está no meu. Eu removo o seu “ZERADIAS, HERALD OF HEAVEN”; reapareça, “DESPAIR FROM THE DARK”, modo de ataque!
– Ele planeja destruir seu monstro junto com o “ARCHLORD ZERATO” do Nino! – Jonas disse levando as mãos à cabeça.
– E o que restava para o Dudu com apenas estas três cartas... Se ele não fizesse exatamente este movimento, mesmo que arriscando cair sobre a carta invertida do Nino, seria como simplesmente esperar o “ZERATO” ativar o seu efeito outra vez. A prioridade é tirar o Arquilorde do campo.
 – É verdade. É o melhor que o Dudu pode fazer – concluía Paulo.
– Agora é ativado o efeito de ambas minhas “SOUL-ABSORBING BONE TOWER”! Quando um monstro do tipo Zumbi é invocado por invocação especial, duas cartas do topo do seu deck são enviadas ao cemitério. E como controlo duas “TOWER”... – Nino enviava quatro cartas do topo do seu deck antes de Juan terminar a fala. – “DESPAIR FROM THE DARK”, ataque! “Espero que funcione”. Juan orava por si mesmo, assistindo ao seu monstro partir de imediato em direção ao Arquilorde.
Com toda a sua grandeza, no momento exato ao que as garras fantasmais do desespero o alcançariam, “ARCHLORD ZERATO” colidiu contra a criatura adversária causando um forte clarão. Ao fim do flash, nenhuma das criaturas restava em campo.
– Para finalizar meu turno, ataco diretamente com minhas duas torres – Ordenava Juan, enquanto que duas pequenas rajadas negras eram disparadas contra o adversário. [Nino: 8800LP -> 8000LP].
         – Grande dano, não? – Juan se ria sozinho, imaginando quanto mais tempo iria demorar à sua derrota chegar.
– Minha vez – Nino compra sua carta, e a invoca, fazendo surgir em campo uma anja de cabelos compridos e grandes asas, caracterizada pelas três orbes flutuantes que a acompanham. – Acho que você conhece esta famosa carta – comenta Nino – “THE AGENT OF CREATION – VENUS” (1600/0).
         – Sim, eu já ouvi um pouco sobre os agentes, mas nunca esperei por você os usando – confessou Juan. – É uma agradável surpresa ter a chance de observar uma "VENUS” –, disse ele – mas o que mais você poderia fazer neste turno com isso?
         – Bom, eu não posso te atacar, certo? – certificava-se Nino sobre o efeito especial das torres adversárias.
         – Pois é; enquanto eu controlar outro monstro do tipo Zumbi, “SOUL-ABSORBING BONE TOWER” não pode ser selecionada como um alvo de ataque.
         – Legal isso! Mais uma vez Paulo observava. – Ao mesmo tempo em que uma torre não pode ser atacada, a outra também não pode! Mas mesmo que elas não possam ser atacadas..., isso não significa então que o Nino poderia atacar diretamente? Quer dizer...
         – Paulo, você é um grande observador – Juan elogiou. – Mas há algum tempo houve uma alteração sobre uma regra que diz respeito a situações exatamente como estas. Antes poderíamos atacar diretamente mesmo que o adversário controlasse duas criaturas com o mesmo efeito tal como as minhas torres; mas isto é passado, agora podemos usar esta jogada como uma parede invisível aos ataques adversários.
         – Ok Dudu, eu só queria me certificar mesmo. Vamos acabar logo com isso, então – Nino irrompeu de sua quietude. – Os meus pontos de vida estão muito altos; mesmo que conseguisses me bloquear por mais alguns turnos, as nossas vidas já mostram o resultado, correto?
         – Infelizmente, correto, Nino – respondeu Juan. – Se realmente existe maneira de por fim neste duelo agora, então, por favor, termina com isto logo; pois o máximo que eu poderia fazer seria prolongar o nosso jogo e esperar para que a sorte me respondesse – ele continuou – E mesmo que eu vencesse aqui com um golpe de sorte, a este ponto do jogo, isto estaria certo? Entende...?
         – O Dudu está desistindo? – Perguntou Jonas.
         – Não, ele não vai precisar – respondeu Nino. – Acho que esta partida é minha, sim, e é neste turno!
Ambos os duelistas se encararam rapidamente e, então, Nino prosseguiu. – Por pagar 500lp, ativo o efeito da “THE AGENT OF CREATION – VENUS”, me permitindo chamar da mão ou baralho uma “MYSTICAL SHINE BALL” (500/500); e tenha em mente, Dudu, que eu vou usar este efeito duas vezes. [Nino: 8000LP ->7000LP].
         Duas límpidas esferas de energia descem das nuvens ao campo.
         – E como que mais dois monstros vanilla vão terminar com esta partida?
         – Paulo, vocês cismou com esta palavra! – Reclamou Jonas.
         – É que... Tu sabes né Jonas? Vanilla = baunilha! O gordo ria novamente, lambendo os beiços em deboche.
         – Fim; é hora de revelar minha carta armadilha! – Nino capturou a atenção novamente. – Dudu, ótima partida! Mas este tipo de ataque não poderá ser evitado pelas suas torres – Nino alertou ao virar a carta final. – Eu selo o nosso jogo com esta, “SOLAR RAY”!
         – O que isso faz?!
         – Com ela, eu inflijo 600pts de dano ao adversário para cada monstro de atributo LUZ que eu controlo com a face para cima!
         – Outra incrível jogada! – disse Juan, observando todas as cores da aurora preenchendo o céu do santuário enquanto os seus pontos de vida desapareciam; assim como também desaparecia o cenário da carta campo. [Juan: 1200LP -> 0LP].
         – Ótima partida mesmo, mas para você né? – Juan disse quando alcançou Nino para um sincero aperto de mãos, sem perceber o quanto de ambigüidade gerava o seu comentário. Por um curto momento Nino imaginou que o seu último adversário estava profundamente chateado, mas percebeu que aquilo era apenas um elogio mal expressado. Mesmo em derrota, o duelo havia sido uma grande experiência. Disso ele tinha certeza.

         Quando eles desceram da plataforma, Ruan já os aguardava com uma das pastas em mãos. – Nino, já sabes o que vai pegar daqui? – ele perguntava enquanto tamborilando os dedos sobre o item repleto de cartas raras.
         – Claro! Sei sim! Respondeu Nino, ajeitando o seu boné e abrindo a pasta. – É esta aqui! – ele apontou.
         – Bom duelo, mesmo – Ruan disse, entregou a carta. Logo, lançou um olhar duradouro sobre o outro duelista. – Hã... Dudu?
         – Fale – Juan respondeu desviando o olhar pata um duelo que ocorria ao longe, no outro lado do domo.
         – Não queres uma carta também?
         – Isso pegou Juan desprevenido; ele apontou para si mesmo antes de responder: – Bom, eu perdi o duelo, e ainda assim...
         – Apenas aceita – Interrompeu o outro, estendendo-lhe uma carta. – Vou te passar ela; metade do valor, e não precisamos acertar agora – por fim disse Ruan, quem não perderia a chance de fazer negócio... – Pode ser?
– Ah, claro –, ele respondeu enquanto guardava a sua mais nova carta, “POT OF AVARICE”, junto de suas outras. – É realmente uma boa adição para o baralho – completou.

***

Passadas 16h00, Ruan saia do carro direto à sua casa. Segundo ele, compromissos. Segundo os outros, “pretexto para evitar pessoas”.
***

         Com todo o fim da tarde a frente, Paulo dirigia com os outros duelistas até a casa de Jonas, onde enfim ele adquiriria o seu baralho.
         – Então – o motorista disse – o nome da carta é “COMMAND KNIGHT”? Tens também, Jonas?
         – Só tenho uma.
         – E ai guris, ao menos mais uma dela por aí? É rara? – Paulo perguntava decidido. Ele queria porque queria repetir a jogada das “SOUL-ABSROBING BONE TOWER” em um deck de Guerreiro.
         – Paulo, não que sejam raras, mas são bem valiosas – respondeu Juan, sinalizando, com os dedos, possuir duas cópias da carta. – E quando eu digo que são valiosas, são valiosas mesmo. Os guris estão de prova aí. Mas eu te passo.
         – E o que queres por elas... Te pago a tua divida com o Juan, pode ser?
         – Ok. Considere isso um presente, ainda assim.

***

         Então à noite, depois de ido e vindo de casa em casa em buscas das cartas para o seu baralho, Paulo possuía quarenta cartas em um deck; ele estava eufórico para testar algumas jogadas ensaiadas, mesmo que, em prática, nada disso fosse além de equipar monstros com uma tonelada de cartas mágicas. – E aí, quem joga comigo? – ele perguntou.
         – Bom, o Nino já foi, e eu estou enjoado disso, sério. Tu sabes da minha aversão por Guerreiros, e, também, já joguei hoje... – dizia Juan, apontando para a figura curvamente sentada na frente do computador. – Sabes de quem é a vez de jogar, certo?
– Ok... Ao menos vou ter a minha revanche – disse Jonas, rolando sua cadeira confortável até uma mesa disposta com cartas espalhadas e buscando seu baralho. – Esta na hora de testar como fica um deck com 45 cartas! – disse ele, pausando seu jogo.
– Jonas, antes, me dá teu deck aqui outra vez; quarenta e cinco é muito ainda, meu! – disse Juan, abruptamente avançando e retirando mais da metade do deck das mãos do amigo. – Olha! Esta aqui já pode sair. Faltam apenas mais quatro – disse ele, segurando uma carta em posição de rasgá-la.– Cara primeiramente, não rasga minhas cartas. Segundo: NÂO! Eu já tirei cartas demais, e, sabes que eu não gosto que mecham no meu baralho. Sai fora! – reprovou Jonas, recuperando o seu deck com agora quarenta e quatro cartas. Faltava uma carta, mas, sem dúvidas, aquela não seria entregue.
– Cara, isso é muito ruim, sério mesmo; pra que tu vais querer... – dizia Juan, quando de repente batidas ao longe interromperam a discussão no quarto. Uma voz inesperada e conhecida chamava do lado de fora da casa.
– O que ele quer aqui à noite?! – Jonas disse, disparando para o corredor que levava ao portão. Paulo e Juan seguiam logo atrás.
– Jonas. Escuta. Eu preciso fazer um duelo. Preciso agora. E aí, topas? – Dizia Ruan, pausadamente, assim que o portão se abria mais, iluminando vagamente a sua face.
– Duelar? – Jonas sorriu. – Entra aí – ele disse. – Gordo, acho que conseguimos o teu adversário – ele completou, enquanto girava a chave de volta na fechadura.


~[continua...]~

Enfim, postado XD

Bom, espero que tenham gostado e que estejam curiosos para ver como será o deck do Ruan, tanto quanto como vai ser o comportamento do baralho do Paulo – embora saibamos muito bem como é que funciona aquela – ou essa – estupidez.

Por fim. Uma das atividades que estou pensando em me dedicar aqui no blog é à tradução de artigos do Jason Grabher-Meyer. Por esta razão, se alguma vez vocês realmente precisaram comentar algo aqui, saibam que agora É o momento. Aguardo comentários de todos vocês. Um “boa idéia” ou “péssima idéia” já é o suficiente. Mas EXPRESSEM algo sobre. – Confesso que estou bastante empolgado com esta possibilidade XD

Agora, o preview:

YGOWE T1C2PtIII – MÚSCULOS VS TÁTICAS


– Talvez agressão demais seja, ao fim, uma tática efetiva, não é?
– Pois é! Mas já imaginou ativar “MAGIC CYLINDER” agora?
[...]
– O que?! Sério, repete. Quanto?! Mais de OITO MIL?!!!
  
*   Chama o Jeremias pra essa P@rra!!!

4 comentários:

  1. Muito legal ta ficando as historias q
    e seria legal posta no seu blog msm a respeito do
    meyer.

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  2. Só quero ver... Gordo vs Ruan, sei la como é o deck do Ruan, só sei que o deck do Gordo é ignorantemente ignorante.

    Obs:crianças não usem Brain Control no Mataza the Zapper ;)

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  3. nossa mal posso esperar para ver as gordices feitas por uma deck fat warrior hahaha

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  4. Eu me lembro bem da frustração que dava perder num blow só para um bixo equipado com três zonas.

    Infelizmente Jonas, só vou poder escrever o resto nas férias XD

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